Novidade!

Oiiiiiii gente, boa noite!

Vim aqui hoje especialmente por três motivos, então vai ser um post rapidinho…

1º) Não sumi, é que estou levando mais tempo nas atividades da universidade do que imaginava. Coisas simples, porém difíceis de entender. Mas sempre vou arrumar um tempinho para poder publicar;

2º) Estou preparando uma novidade para vocês no próximo mês, algo que vai me ajudar muito aqui no blog. Aguardem…

3º) Por último, mas não menos importante: Agora tenho uma “assinatura” especial para o blog. No fim de cada postagem, a partir de hoje, vocês irão encontrar a imagem abaixo. O que acharam?

Por hoje é só, amanhã venho aqui para trazer o resumão do mês de outubro, então: Até amanhã! :*

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Ler no Ônibus!

Oiiiii gente… EU NÃO ABANDONEI VOCÊS \o/

Não pensem isso, ando sumida porque meus dias andam muito, muito, muito corridos e para achar um horário para publicar anda meio que complicado (não estou muito acostumada com essa nova rotina). Mas o que importa é que estou aqui hoje para trazer uma postagem para vocês, ontem fiquei acordada até tarde só para escrever e postar. Mentira a parte de postar tarde, todas as minhas postagens estão sendo programadas (obrigada por existir “programar post”!), mas por que estou programando meus posts?

Simples, estou fazendo testes de melhores horários para publicação, ou seja os melhores horários de visualizações de vocês. E (principalmente) porque estou sem tempo de escrever e publicar (nunca mais escrevi um texto completo no mesmo dia, sempre falta algo: Fotos, formatação do texto, nome, referência, etc). Então, antes de começar o assunto de hoje, quero a opinião de vocês: Qual o melhor horário de publicação para vocês?

Sem mais delongas…

Quem mora longe de onde estuda (eu!) ou trabalha, muito provavelmente pega ônibus para chegar ao seu destino, além do mais táxi é caro, então só nos resta o velho (literalmente) e bom (mentira) ônibus.

Depender deles é viver na adrenalina, conviver com pessoas que você nunca sonhou em chegar perto, dividir “cheiros” (de todos os tipos), alegrias (nem tantas), mas acima de tudo a raiva de quando um deles: quebra, não para no ponto que você ia descer, não para pra você subir, quando está cheio, quando tem aquela PESSOA que acha que TODOS devem ouvir o que ele gosta (e vamos ser sinceros, raramente é uma música boa. Acho que deveria existir a lei: Use fone de ouvido), quando o motorista freia de vez, quando o motorista passa pela lombada de vez, quando o motorista passa em uma curva de vez (e você só falta cair, caso já não tenha caído), entre outras maravilhas que todos que já andaram de ônibus uma vez na vida sabe como é que é (pelo menos temos um meio de chegar onde queremos).

Além disso tudo, ele te tira (ou dá, depende do ponto de vista) muito tempo do seu dia. Vamos dar meu exemplo, Ok? Para ir para universidade eu pego 2 ônibus e para chegar até lá passa cerca de 1 hora/1h30min (claro que isso é quando estou com sorte, o que ultimamente não está ocorrendo ¬¬’ ). E o que eu vou fazer nesse tempo “livre”? LER!

“Não acredito que você escreveu isso tudo só para dizer que lê dentro do ônibus!”, paciência caro leitor, eu estava inspirada em relatar como é maravilhosa a vida de quem anda de ônibus e, também, tenho um propósito para isso. Continue lendo que você saberá!

Porém, desanimei de ler dentro deles por um único motivo: Me disseram que ler no ônibus (ou qualquer meio de locomoção) poderia causar o deslocamento da retina, ou (para assustar mais) te deixar cego!!! EU NÃO QUERO FICAR CEGA, parei de ler no ônibus! Eis então que me surgiu a pergunta:

Ler dentro do ônibus pode deixar cego?

Primeiramente não se assustem com o termo “cego”, nem lembro ao certo se usaram esse termo para falar desse assunto comigo, mas pensei que seria uma ótima forma de chamar atenção de vocês. Para mostrar se é verdade ou não. Continuando…

Até então não tinha procurado nada sobre isso, tinha aceitado esse “fato”, até falar com Juliana (chará de apelido: Ju, super fofa e uma das donas do Blog Fofocas Literárias), comentei com ela sobre isso e ela me falou que conversou com um médico conhecido dela e ele disse que isso era mentira! \o/

Mas, mesmo acreditando na palavra de um médico que ela conhecia, resolvi procurar mais sobre isso para poder trazer para vocês com mais certeza no assunto. Então queridos loucos, podem ficar tranquilos ler no ônibus não deixa cego. No máximo que pode ocorrer é você ficar tonto (e você só fica assim no começo).

Como Renata Magnenti (2010) disse em uma postagem no site da Super Interessante (link abaixo): “…A verdade é que você pode ler as obras completas de Jorge Amado na Belém-Brasília que a retina vai continuar colada. Mas, fazendo isso, você ainda corre o risco de ficar tonto.
Basicamente, essa tontura vem do fato de que quem lê no ônibus está mandando duas mensagens conflitantes para o sistema nervoso. Do ponto de vista central, concentrada no texto à sua frente, você está parado. Mas a visão periférica capta a paisagem correndo ao seu lado e manda avisar que você está em movimento. ‘Isso gera uma confusão entre o cérebro e a visão que pode causar um mal-estar’, explica Paulo Mello Filho, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Mas essa indisposição não tem nada a ver com descolamento da retina – e pode ser facilmente evitada se você fechar a cortininha da janela do ônibus.”

Então, é com muito prazer que eu digo a vocês: ESTÁ PERMITIDO A LEITURA NO ÔNIBUS!

Como carrego meus livros:

Por fim, só queria mostrar como carrego meus livros. Eu tenho um ciúme ENORME por eles, e por isso não gosto de carregar ele na mão ou na bolsa (para não correr o risco de: amassar, riscar a capa, cair, etc). Então encontrei algo que facilitou minha vida: UMA PASTA do tamanho certo do livro! Confiram as fotos:

Esse plástico que está no livro é como eu deixo ele/eles guardados aqui, mas isso eu falo outro dia…

Grandes beijos e abraços…

Jusley A.

Referência: Ler no ônibus desloca a retina? – Super Interessante

Top 10: Legião Urbana

Oi meus loucos lindos, como vocês estão?

Hoje vim aqui especialmente para trazer o top 5 de Legião Urbana, quem nunca escutou Legião pelo menos uma vez na vida (sim, pode existir alguém que nunca escutou ou que já ouviu mas acha que não) não precisa se preocupar, pois vai escutar agora pela primeira vez com a seleção das minhas 5 músicas favoritas (e as mais “clichês”)…

Número #1: Tempo Perdido

“[…] Todos os dias antes de dormir, lembro e esqueço como foi o dia. ‘Sempre em frente, não temos tempo a perder’.” 

Número #2: Mais Uma Vez

“[…] Tem gente que está do mesmo lado que você mas deveria estar do lado de lá. Tem gente que machuca os outros, tem gente que não sabe amar, tem gente enganado a gente. Veja a nossa vida como está, mas eu sei que um dia a gente aprende. Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo. Quem acredita sempre alcança.” 

Número #3: Pais e Filhos

“[…] É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há.” 

Número #4: Será

“[…] Será só imaginação? Será que nada vai acontecer? Será que é tudo isso em vão? Será que vamos conseguir vencer?” 

Número #5: Faroeste Caboclo

“[…] Sentia mesmo que era mesmo diferente. Sentia que aquilo ali não era o seu lugar, ele queria sair para ver o mar e as coisas que ele via na televisão. Juntou dinheiro para poder viajar. Escolha própria escolheu a solidão” 

Tirando essas mais clichês escolhi mais cinco com a ajuda da minha prima, Brunna…

Número #6: Quase Sem Querer

“[…] Quantas chances desperdicei quando o que eu mais queria era provar pra todo o mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém” 

Número #7: Vento no Litoral

“[…] Agora está tão longe. Vê, a linha do horizonte me distrai. Dos nossos planos é que tenho mais saudade, quando olhávamos juntos na mesma direção.” 

Número #8: Vamos Fazer um Filme

“[…] O sistema é mau, mas minha turma é legal. Viver é foda, morrer é difícil, te ver é uma necessidade. Vamos fazer um filme.” 

Número #9: Geração Coca-Cola

“[…] Somos os filhos da revolução, somos burgueses sem religião, somos o futuro da nação. Geração Coca-Cola.” 

Número #10: Teatro de Vampiros

“[…] Sempre precisei de um pouco de atenção. Acho que não sei quem sou só sei do que não gosto. E nesses dias tão estranhos, fica a poeira se escondendo pelos cantos.” 

Aproveitando quero agradecer a Brunna pela ajuda. Ela é “idosa”, conhece mais músicas deles do que eu rsrs. Brincadeiras a parte, não tem como escutar “Tempo Perdido” e não lembrar do chororó dela no cinema, no filme “O Homem do Futuro”, quando escutou a canção, então um duplo obrigada (me fez gostar de mais uma música deles)

E o próximo top 5 é de: BRUNO MARS!

Grandes beijos e abraços…

Jusley A.

A História do Barbeiro

Antes de trazer a história de hoje quero falar que ela não se encaixa com o que eu tinha planejado inicialmente para essa categoria, mas essa parte da história é tão linda que mesmo não encaixando decidi colocar. Prestem atenção principalmente nas partes em negrito, pois é nelas que vocês encontrarão uma boa lição…

Título do Livro: A Garota que eu Quero
Autor: Markus Zusak
História: A História do Barbeiro
Página: 29
História enviada por: Antônio Fellipe

“[…]

— E então, como têm andado os negócios? — indaguei, enquanto o barbeiro abria caminho pela massa cerrada de cabelos.

—Ah, você sabe, rapaz. — Parou e sorriu para mim pelo espelho. — Vamos levando. Pagando as contas. Isso é o principal.

Conversamos por um bom tempo depois disso, e o barbeiro disse que há quanto tempo trabalhava na cidade e comentou como as pessoas haviam mudado. Concordei com tudo que ele disse, com um perigoso aceno de cabeça ou com um discreto “É, acho que é isso mesmo”. Ele era um sujeito bem legal, para falar a verdade. Grandão. Peludo. Vozeirão.

Perguntei se morava no apartamento em cima da loja e ele respondeu: “Sim, nos últimos vinte e cinco anos.” Nessa hora senti um pouco de pena, por imaginar que ele nunca fazia nada nem ia a parte alguma. Só cortava cabelos. Jantava sozinho. Talvez comida de micro-ondas (embora seus jantares não pudessem ser muito piores que os preparados pela Sra. Wolfe, que Deus a abençoe).

— Importa-se se eu lhe perguntar se já foi casado? — indaguei.

— É claro que não. Fui casado, sim, mas minha mulher morreu há alguns anos. Vou ao cemitério todo fim de semana, mas não levo flores. E não falo. — Deus uns suspiros e soou muito sincero. De verdade. — Gosto de pensar que fiz isso o bastante enquanto ela era viva, sabe?

Assenti.

— Não adianta nada, depois que a pessoa morre. Isso é para se fazer quando as pessoas estão juntas, ainda vivas.

Ele havia parado de cortar meu cabelo por alguns momentos, e por isso pude continuar a balançar a cabeça sem perigo.

— E o que você faz quando fica lá, junto à sepultura? — perguntei.

Ele sorriu.

— Fico lembrando. Só isso.

Que legal, pensei, mas não falei nada. Apenas sorri pelo espelho para o homem atrás de mim. Tive uma visão daquele sujeito grande e peludo, parado no cemitério, ciente de ter dado tudo de si. Também me imaginei lá com ele, em um dia cinza-escuro. Ele com seu avental branco de barbeiro. Eu com minha roupa normal.

[…]”

Espero que vocês gostem da história de hoje e valorize as pessoas que você ama enquanto elas ainda estiverem vivas.

Grandes beijos e abraços…

Jusley A.

P.S.: Caso você achou alguma história legal dentro de um livro e gostaria de vê-la publicada aqui, é só me enviar através do e-mail: louca-por-viver@hotmail.com. Lembrando de colocar seu nome, o nome do livro (e do autor) e a página onde se encontra a história.

P.S.2.: Se você está vendo essa publicação é porque consegui agendar o horário da publicação, então vamos comemorar \o/\o/\o/