Experiência #5: Vida Universitária!

Oi loucos lindos, estou com tempo corrido como vocês já sabem disso, além do mais tenho comentado em outras postagens que minha vida andava muito corrida por causa da universidade. E, aproveitando um tempo livre dessa correria, vim falar sobre isso hoje. Mas calma, não é da minha vida corrida que irei falar, na verdade vou falar da vida universitária (qual curso escolher, qual universidade escolher, se não gostar do curso o que fazer). Aproveitando um pouco esse clima “ENEM”…

Foto tirada na Universidade Federal de Sergipe.

Vocês devem estar se perguntando o motivo de ter colocado como experiência. Na verdade é algo muito simples de explicar: Minha vida universitária anda sendo a experiência mais louca que ando vivendo, mas não porque seja ruim e sim porque é uma das melhores fases que vivemos. E não vou falar muito de como ela é, pois: SÓ VIVENDO PARA SABER!

Qual curso escolher?

Vou falar de como eu escolhi o meu curso (Ciência da Computação).

Sinceramente, acho que a decisão do curso é a pior escolha que uma pessoa com 17/18 anos tem que tomar na vida. Pensem junto comigo: Uma garota de 17/18 anos mal sabe que roupa escolher para ir para uma festa, imagine uma decisão que pode mudar a vida dela totalmente rsrs. Brincadeiras a parte, essa ainda é uma decisão muito difícil para alguém que está saindo daquela fase de “conforto” que o colégio dá. Alguém que, provavelmente, ainda não tinha feito nenhuma grande decisão agora terá que parar e analisar qual a profissão que ela quer ter para o resto da vida! (#tenso)

Passada essa fase de “desespero”, chega a hora de decidir realmente o que você vai querer. Chega o momento de responder a pergunta mais aterrorizante que tem: “Que curso devo escolher?”. Não dá para dizer algo que possa facilitar sua vida, não tem uma dica que te ajude a fazer isso, a única pessoa capaz de responder isso é você mesmo. Então vou dizer como tomei minha decisão…

Na verdade nem me lembro muito como ciência da computação surgiu na minha vida, quando estamos no colégio o mundo universitário não é muito abordado até você chegar no 3º ano do ensino médio. E quando esse mundo surge, muitas vezes aparece com alguns cursos que todos conhecem. Então ficamos meio que em dúvida entre eles (os mais famosos), já repararam a quantidade de pessoas que pensam em fazer Direito/Engenharia/Medicina/Psicologia? Deixar claro que não vejo problema algum nisso, o único problema que enxergo é que muitas vezes é só falta de informação e essas pessoas acabam escolhendo um curso que está muito famoso na época. E o que acaba acontecendo? Ou desistem na metade do curso, ou se formam e são infelizes na área que estão.

O que eu estou querendo dizer com tudo isso é que meu curso não é muito conhecido (vamos ser sinceros, quantas pessoas conhecemos que fazem “Ciência da Computação”? Uma? rsrs), ou seja, eu não me conformei com os cursos que via a maioria fazendo.

Procurei aquele que tinha mais a minha cara, e não foi fácil. Fui procurando aos poucos, separando as matérias que mais gostava (SIIIM, isso ajuda muito, se eu odiasse matemática já podia excluir da lista de “possíveis cursos” todas as exatas que são muitas), depois pensei nos meus hobbies (sempre gostei de descobrir coisas novas para um computador/celular e, por mais besta que pareça, me ajuda no curso. Do que adianta eu escolher ciência da computação se não aguento ficar mais de 1 hora na frente de um computador tentado resolver algum problema? Sim, já passei por isso), após separar tudo isso, ouvi o conselho do meu pai: “Faça Ciência da Computação!”; E com o incentivo de um professor (de física), hoje posso dizer a vocês que CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO É O MEU CURSO e espero que continue sendo até o fim (foi graças a curiosidade de saber como funcionava a linguagem HTML que esse blog surgiu. Sim, não foi só graças aos livros e a música).

Quer escolher um curso? Não se conforme com as opções mais conhecidas. Vá atrás de algo que você se vê fazendo pro resto da vida. Olhe os cursos que as universidades disponibilizam, procure, se interesse. Não escolha o primeiro curso que vier na cabeça. Por fim, não escute ninguém (a não ser que você peça a opinião de alguém como eu fiz). ESCUTE SOMENTE A VOCÊ MESMO!! Mas claro que tudo isso é evitado quando você já possui um curso técnico e ama a área que está (como minha irmã).

E se mesmo assim quando você entrar acabar descobrindo que não gosta do curso (ou não gostou), lembre que todo dia é um novo dia para um novo começo. Basta ter coragem para recomeçar.

UNIVERSIDADE PARTICULAR vs UNIVERSIDADE FEDERAL

Antes que vocês comecem a me julgar achando que irei defender a Federal só porque estudo em uma, sinto decepcionar vocês mas não vou fazer isso. Não irei defender nenhuma delas. Mas irei dizer qual eu mais gostei. Além do mais, já estudei durante 1 ano em uma particular também, então: SIM, eu posso dar minha opinião VÁLIDA sobre as duas!!!

Não vou dizer nada em relação a: Ensino, estrutura ou valor (caso queira saber algo sobre isso, pode perguntar minha opinião nos comentários). Só irei dizer como você deve fazer sua escolha (ou melhor dizendo, como fiz a minha).

Ambas são mundos totalmente diferentes, ambas irão dar o melhor que você precisa. Basta você perceber em qual delas você se encaixa. SIM, em qual você se ENCAIXA e não em qual você sonha em ir. Você pode sonhar muito em ir para federal, por exemplo, mas talvez lá não seja seu lugar.

Eu sempre sonhei ir pra federal (SEMPRE!), mas não consegui ir no primeiro ano que fiz o ENEM (para ver a postagem especial do ENEM clique aqui). Porém consegui ir para particular e fiquei muito feliz (literalmente). Era o curso que queria fazer e não ficaria em casa sem fazer nada (e ficar em casa sem fazer nada era o que eu menos queria). Entretanto, não me encaixava, não me sentia bem naquele ambiente (o que mais me incomodava era o valor, saber que todo mês meu pai se “rebolava” para pagar me deixava muito mal). Do que adiantava ficar em lugar que não nos sentimos bem? O que eu ganhava continuando ali? Eu me sentia OBRIGADA a ir pra universidade todos os dias. Precisava sair…

Tentei o ENEM novamente e antes que saísse o resultado, abriram vagas para participante externo na federal e essa seria minha última tentativa para entrar. E sabe quando você tem a certeza de que algo vai acontecer? Eu tinha, quando me inscrevi para participante externo era como se eu já soubesse que iria conseguir. Dito e certo, consegui entrar. E qual a diferença? Eu me encaixei, eu não me sentia mais obrigada a ir a universidade. Eu ia/vou porque quero e gosto de estar lá.

Não foi porque eu sempre sonhei em estar lá, mas porque eu me encaixei lá. São mundos totalmente diferentes, ambos incríveis. Mas, pra mim, a federal sempre será a melhor! Se serve como um bom conselho: Peça opinião a quem está na federal e quem está na particular. Depois tente se imaginar em uma das duas. Quando você decidir é só ir atrás do seu “sonho”.

Considerações Finais:

Aproveite a fase do colégio, pois vida universitária é um loucura (6 meses irão parecer 1 ano). E vão preparados para experiência mais louca que (provavelmente) vocês irão ter. E assim finalizo esse “pequeno” post…

Grandes beijos e abraços…

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