Experiência #6: Criar um Blog! (parte 1)

Como última postagem de janeiro, pensei em compartilhar com vocês a experiência que mais deu certo: a criação do blog (e que ainda está dando certo).

Como o blog fez 1 ano no dia 26 de janeiro (postagem especial de aniversário, clique aqui), decidi que seria uma boa ideia falar da experiência que eu tive quando pensei em criar o “Louca por Viver“. Trazendo para vocês, que estão planejando em criar um blog, 5 dicas de como fazer um. São eles: Planeje, Crie/Comprometa-se, Inspire-se, Divulgue e Paciência. Para que essa postagem não fique muito grande, dividi ela em duas partes. Ou seja, iremos ter: Experiência #7: Criar um Blog! (parte 2) (clique aqui para ver). Então vamos lá?

Dica #1: Planeje

Quase nada sem planejamento funciona. Ok, ok, sei que muitas coisas sem planejamento funciona muito bem (por isso tinha dito “quase”, rsrs). Entretanto, pense um pouco: Você quer um blog que viverá mudando (toda semana um nome novo, assunto abordado novo, etc) ou você quer algo que ficará do jeitinho que você quer? Se você optar pela segunda opção, continue. Se não, vá para o próximo tópico. “Mas o que devo planejar?” Bom, este foi o planejamento do meu blog:

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O melhor mesmo é criar uma tabela, fica melhor para visualização (e organização, claro), abaixo estão os itens que abordei na minha com a suas respectivas explicações:

  • Tema: Coloquei os temas que queria falar no blog e do lado coloquei o que iria falar sobre cada um deles. Por exemplo, como coloquei na tabela:  “livros -> falar sobre os livros que estou lendo”, “músicas -> para publicar meus clipes legendados” nem deu certo essa parte. E assim vai. Aqui vocês pensem qual o assunto que vocês se sentem mais confortáveis em falar, que passaria horas falando do mesmo assunto (se fosse preciso) e que tenham facilidade em comentar, criar, etc;
  • Nome: Ideias para o nome do blog (nem tinha colocado “Louca por Viver” como ideia, ele surgiu do nada rsrs). Penso que dentre todas as partes do planejamento, essa é a mais difícil. Não pensem em um único nome, pois muitas vezes o nome já está sendo usado por outra pessoa e você não vai conseguir usar (todos que pensei já estavam sendo usados, inclusive outros que não tinha colocado aí). Outra dica é: Não use um nome parecido com os blogs famosos, por exemplo, “Depois dos dezoito”, por favor gente. Criatividade, plágio é crime. E todos demoraram muito para pensar em um nome para o blog, então não peguem a ideia de outra pessoa, combinado?
  • Assuntos: O que você vai colocar no blog;
  • Blogspot ou WordPress: Segundo minhas pesquisas, o blog hospedado no blogspot na verdade é do Google (se tiver lembrada bem, achei pessoas reclamando que seus blogs simplesmente sumiram). Mas ele tem mais temas gratuitos e é mais fácil de mexer. Já o wordpress, é seu, pode ser considerado mais profissional, porém tem poucos temas gratuitos e pode ser considerado mais difícil de usar (não acho!). Claro que não tem só esses dois, tem vários outros, mas nesse momento só lembro deles e do tumblr. Então, acho que a grande questão aqui é: Você quer algo mais profissional ou não?
  • Design: Nessa parte depende muito se você escolheu Blogspot ou WordPress. Pense bem em qual tema você quer, procure aquele que vai combinar mais com o assunto que você vai abordar (que fique mais bonito visualmente);
  • Público alvo: É muito importante você pensar qual seu público alvo para que você saiba qual o melhor jeito de abordar os assuntos que você escolheu;
  • Divulgação: Quem será seus primeiros leitores (falo mais sobre isso na dica 4)?
  • Mídia Kit: Não é necessário pensar nisso agora, na verdade até hoje não pensei sobre isso. Mas o MK é um arquivo que um site (ou blog) disponibiliza para apresentação de todas as suas características, público, etc. Ele facilita a quem quer divulgar no seu blog, já que é uma maneira mais resumida sobre o que ele pode encontrar lá;
  • Tempo Disponível (para postar): Você pretende se comprometer a postar de quanto em quanto tempo? Determine um tempo e cumpra com ele.

Façam sua tabela, sem pressa, e só depois de fazê-la…

Dica #2: Crie/Comprometa-se

Depois do planejamento você vai poder criar o blog no site que você escolheu (blogspot/wordpress/tumblr). Antes de começar as publicações e as divulgações, tente se acostumar onde fica as coisas no site (como faz para mudar o tema, como faz postagens, onde coloca um menu, etc). Por mais besteira que isso pareça, conhecer onde fica cada coisa irá facilitar e muito sua vida de blogueiro(a) (e você vai evitar ficar se batendo/pagando mico quando o blog estiver no “ar”).

Conseguiu se acostumar? Pronto, comece a publicações e comprometa-se com o tempo que você separou para postagem. Eu comecei com um tempo disponível a cada 15 dias, hoje em dia é bem mais que isso. São quase três dias por semana, ou mais, e sempre explico quando preciso sumir (motivo de sempre: UNIVERSIDADE). Por que é tão importante o compromisso? Porque quando você demora muito a compartilhar algo você perde leitores (#experiênciaprópria). E isso pode te desanimar.

Dica #3: Inspire-se

Na verdade esse item poderia se encaixar muito bem antes da criação do blog. Muitos se inspiram em blogs para poder criar o seu próprio. Porém, comigo o processo foi o inverso. Primeiro criei o “Louca por Viver” e só depois tive contato com outros blogs literários, e me inspirei em um deles.

Eu não era do tipo que lia muitos blogs literários (assumo!). Mas depois que criei o blog, comecei a conhecer novos sites e entre eles estavam o da Pam e o da Mel (claro, se você gosta de blogs literários, já ouviu falar neles). Porém, o Serendipity foi uma paixão a primeira vista, Melina (dona do blog) é muito fofa e o Spock? PERFEITO! Então a partir daí soube que Mel seria minha inspiração a tirar mais fotos, a escrever mais coisas além de livros e até uma pequena inspiração para vlogs no qual meus vídeos nunca dão certo.

Mas vale lembrar: INSPIRAÇÃO É DIFERENTE DE PLÁGIO!! Se inspirem nesses blogs (ou outros), mas não cometam plágio. Pessoas dão duro diariamente para que o blog deles funcionem. Respeitem o trabalho deles, ok? (Pense que se fosse o seu, você não gostaria que o plagiasse).

Mas não só foi o blog da Mel que foi minha inspiração, a primeira que tive (e que esta ligado com o nome do blog) foi com o livro de Roberto Shinyashiki. É incrível, e foi graças a ele que escolhi “Louca por Viver“. Então, obrigado sr. Shinyashiki. *-*

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Bom gente, essa foi a primeira parte de como criar um blog. Próximo mês terá a segunda parte com as últimas dicas: Divulgue e Paciência, aguardem…

Grandes beijos e abraços…

P.s.: Tudo aqui é, SOMENTE, minha opinião, você tem todo o direito de discordar com algo que fiz. São só dicas de como criar um blog (sei como é difícil o começo).

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Resenha: É Melhor Não Saber

É melhor não saberEu sinto como se estivesse no meio de um lago congelado e a camada de gelo fino começasse a rachar. [pg. 20]

 

 

 

 

Título Original: Never Knowing
Autor: Chevy Stevens
Páginas: 320
Ano de Lançamento: 2013
Editora: Arqueiro
Gênero: Ficção Americana

Em uma noite escura você decide fazer um acampamento em uma floresta na sua cidade. Para não ir sozinha, você chama seu namorado e ele aceita, claro. Tudo parecia bem no acampamento até que um cara aparece e mata o seu namorado, você corre desesperada na tentativa de fugir daquele louco. Corre. Corre. CORRE.Até que……………. Você, finalmente, acorda. Assustada, óbvio, pois você tinha acabado de sonhar com o assassino do acampamento.

Imaginem viver uma situação dessa de correr, correr, correr e, TALVEZ, se salvar. Agora imagine algo diferente, ou melhor, algo bem pior que isso: O assassino do acampamento é o seu PAI! Mas isso não era só imaginação (ou sonho) para Sara, aquilo era realidade na vida dela. O sonho que ela tinha de conhecer o pai biológico, acabou se tornando um grande pesadelo.

Sara tinha sido adotada ainda quando criança, mas sempre teve uma relação complicada com o pai e a irmã mais nova (Melanie); Mesmo tendo uma boa relação com a mãe e a irmã do “meio” (Lauren), ela não se sentia bem e, por esse motivo, sempre sonhou em conhecer os pais biológicos dela. A vontade da realização desse sonho só aumentou quando ela ficou noiva de Evan, então ela achou que esse momento seria perfeito para poder conhecer a “verdadeira” história dela. Assim, ela decidiu contratar um detetive para encontrá-los.

Até que em um certo dia o detetive disse que tinha encontrado a mãe dela e que ela morava em uma cidade próxima da que Sara morava, mas tinha um “porém” nessa história: A mãe dela tinha sido a ÚNICA sobrevivente do assassino do acampamento. Então Sara seria filha de um assassino? Talvez não, porém, as datas do estupro (o assassino sequestrava suas vítimas, as estupravam, depois as matavam) e a do aniversário de Sara batiam. Era exatamente isso que estava acontecendo: ELA ERA FILHA DE UM ASSASSINO.

Já não bastasse esse “baque” de descobrir que sua mãe nunca a quis de verdade e que seu pai era um assassino, alguém ainda fez questão de divulgar essa história pela internet (será que foi o detetive que contou? Ou será que foi Evan, seu noivo? Ou será que foi sua irmã, Lauren (a única pessoa a quem ela tinha contado)?). Todos ficam sabendo disso, inclusive alguém que ela preferia que nunca soubesse: O ASSASSINO.

A partir daí John (o assassino) acredita que Sara pode ser sua única salvação e ele está disposto a tudo, inclusive a matar, para conseguir ter um vínculo com sua filha. E a polícia vê nessa vontade de aproximação de John uma oportunidade perfeita para que ele, finalmente, seja preso por todos os crimes que cometeu. E o que Sara acha? O que ela deseja? Será que toda sua raiva tinha alguma relação em ser filha de um assassino? Só lendo para descobrir.

O livro foi muito bem escrito, com uma narrativa boa e que te faz ficar presa na história a cada capítulo. Onde cada um deles são sessões de terapia que a personagem principal faz com uma psicóloga. Um suspense incrível que te faz (até) ficar com medo por Sara, você fica se perguntando o livro todo o que será que vai acontecer com ela, pra onde aquele sonho de conhecer seus pais biológicos irão levá-la.

Na opinião de um simples leitora, esse livro é incrivelmente perturbador, porém é um livro, para quem gosta de suspense ou para quem quer “experimentar” novos estilos literários (eu! Na verdade estou começando a achar que gosto muito de livros nesse estilo), muito INCRÍVEL. De todos os livros que li de suspense até hoje (sei que não li muitos), esse sem dúvida alguma foi o melhor.

Quotes:

“‘Para construirmos um futuro, temos de conhecer o passado.’ Depois disse que era uma citação de Otto Frank, o pai de Anne Frank.” [pg. 60]

“Mas, como dizia Sun Tzu, ‘A oportunidade de derrotar o inimigo é fornecida pelo próprio inimigo’.” [pg. 112]

“Isso é como achar que lhe deram a vida errada e que você precisa ter a vida certa para que tudo fique bem, e depois descobrir que não existe uma vida certa. Ou que a vida certa no final das contas era a vida errada ou… Não importa.” [pg. 132]

“Quando lhe contei que tinha encontrado minha mãe, disse que isso era como andar sobre gelo fino. Como cair diretamente na água gelada. Você luta para voltar à superfície, com os pulmões ardendo e concentrada naquele feixe de luz acima de você. Mas quando finalmente consegue chegar lá, a água voltou a congelar e o buraco se fechou.” [pg. 133]

“A culpa é como um câncer que não consigo deixar de afagar.” [pg. 173]

“Anos atrás você me ensinou que não podemos escolher como nos sentimos em relação aos fatos: escolhemos apenas como lidar com os sentimentos que eles nos despertam. Mas às vezes, mesmo quando se tem uma escolha, as opções são todas terríveis, que parece que não há decisão a tomar.” [pg. 174]

“Você alguma vez já sentiu que tinha tudo nas mãos, tudo o que sempre quis, mas de repente o deixou cair ou apertou com força demais?” [pg. 224]

“Você disse que preciso começar a perguntar a mim mesma o que quero fazer, e não ficar pensando no que é certo ou errado ou no que os outros acham.” [pg. 245]

“Tenha cuidado com aquilo que deseja.” [pg. 246]

“Toda minha vida lutei contra o tempo — geralmente porque ele não estava passando rápido o suficiente para mim. Mas há momentos em que ele corre contra você e que então você faria qualquer coisa para parar o relógio.” [pg. 295]

P.s.: O primeiro parágrafo dessa resenha não tem ligação com o livro (tirando a parte do assassino do acampamento), essa situação foi criada por mim para fazer vocês “entrarem” um pouco na história.

P.s.2.: Essa resenha não teve foto pois estou com um probleminha no blog em relação a fotos (estou tentando resolver).

1 ano de muita loucura!

Oi meus queridos loucos, hoje tenho uma postagem mais que especial:

1ano

A um ano atrás o blog começava a funcionar como uma mera distração para umas férias prolongadas. A ideia surgiu depois de ler “Uma Curva na Estrada“, fiquei tão eufórica com esse livro por achar ele tão diferente, não era só romance, tinha algo a mais, algo que nunca tinha lido até então (mal sabia eu que hoje em dia estaria lendo livros mil vezes mais dramáticos). Quando acabei de ler, tive a necessidade de escrever, colocar para fora aquela sensação que o livro me trouxe. Então, escrevi!

Porém, deixei a ideia de lado depois de achar que, assim como o tumblr, seria só uma vontade passageira. Não foi isso que aconteceu, mas deixei o plano guardado.

Até que fui convidada a participar do blog que minha amiga, por coincidência, estava com vontade de criar. Aceitei. O blog era chamado “Uma Tal Leitora”, agora conhecido com um novo nome “O Caderno de Capitu“, e eu realmente estava gostando da ideia de poder participar de um blog (poderia compartilhar minhas histórias com vocês, né?). Porém, não me sentia bem (desculpa, Vitória, mas é a verdade); não por ser possessiva e querer algo só meu (nunca foi isso), mas por querer um blog que falasse muito mais que livro, muito mais que só literatura, queria um blog que mostrasse minha loucura constante, e sabia que não teria coragem de dar minhas opiniões sobre o blog para Vitória (dona do “O Caderno de Capitu”), teria medo de estragar o que ela estava desejando (não sabia se minha ideia daria certo). O que eu fiz? DESISTI do “Uma Tal Leitora” (desculpa ter lhe abandonado, Vivi).

A partir daí foram muitas pesquisas e planejamento para o surgimento de um novo blog, mais um no meio de tantos. Mas com um diferencial: Feito por uma estudante de Ciência da Computação (não se vê muitos por aí com pessoas da minha área). Então, no dia 26 de janeiro de 2014 surgiu: LOUCA POR VIVER! A melhor ideia que tive até hoje.

Aquilo que tinha começado com uma mera distração se tornou um hobby (uma parte do meu dia, uma responsabilidade). Nunca pensei em chegar a 20 visualizações por mês (chegando  a ter somente 15 em abril) imagine pensar que um dia iria estar atingindo: (mais de) 300 visualizações por mês (nesses últimos 3 meses), com 33 seguidores no blog, 446 seguidores no instagram, 106 seguidores no twitter, 68 curtidas na página do facebook e 30 seguidores no tumblr.

E o que eu falo? MUITO OBRIGADA!

Muito obrigada a todos que me apoiaram (e divulgaram), muito obrigada aos comentários, as curtidas, compartilhamentos, as cartas, e-mails, aos elogios, carinhos, visualizações. Enfim, obrigada a tudo. Tudo isso devo a vocês! (Como aviso prévio, vou arrumar um jeito de demonstrar meu carinho por vocês, aguardem!)

E essa foi, em resumo, a história de como começou o blog. *-*

Então, que venha mais um ano!!

E claro que não iria acabar sem a minha frase clichê de todos os posts:

Grandes beijos e abraços…

Jusley A. (como os velhos tempos)

O que estou lendo…

Oi gente, depois de muito tempo estou com a categoria: “O que estou lendo…” de volta.

Se você é um seguidor novo provavelmente não sabe o que essa categoria é, porém o nome é muito sugestivo (e claro). Aqui trago a sinopse dos livros que estou lendo e sempre deixo uma pequena opinião do que estou achando dele.

Então, hoje estou aqui para falar do livro “É melhor não saber” (sim, esse é o nome do livro) que até ontem era minha leitura atual. Ele era a leitura de dezembro/2014 (ainda), por causa de umas coisinhas demorei para terminá-lo. Esse livro é incrível, nunca esperei que ele fosse me prender tanto. Só digo uma coisa: SUPER INDICO! Vou deixar para falar mais coisas dele na resenha (que ainda sai essa semana, eu espero).

Sem mais delongas…

É melhor não saberSara Gallagher nunca sentiu que pertencesse de verdade à sua família de criação. Embora sua mãe seja amorosa e gentil e ela se dê bem com sua irmã Lauren, a relação com o pai e a irmã caçula, Melanie, sempre foi complicada.

Às vésperas de se casar, Sara decide que está pronta para investigar o passado e descobrir suas origens. Mas a verdade é muito mais aterrorizante do que ela poderia imaginar. Sara é fruto de um estupro, filha do Assassino do Acampamento, um famoso serial killer.

Toda a sua paz acaba quando essa história é divulgada na internet e o pai que ela anteriormente queria conhecer resolve entrar em sua vida de forma avassaladora. Eufórico com a descoberta de que tem uma filha, John vê nela sua única chance de redenção. E, para criar um vínculo com Sara, ele está disposto a tudo, até a voltar a matar.

Ao mesmo tempo, a polícia acredita que essa é sua única chance de prender o assassino e resolve usá-la como isca. Então Sara se vê numa caçada alucinante, lutando para preservar sua vida e a de sua filha.

É melhor não saber é um complexo retrato de uma mulher tentando entender suas origens. Uma história cheia de reviravoltas, na qual ninguém é completamente bom ou mau.

E essa é a sinopse do melhor livro de drama/suspense que li, essa semana colocarei a resenha. Aguardem!

Grandes beijos e abraços…