3 Things: Férias!

Iaê, gente, tudo bom? Como foram os festejos juninos? Na verdade, como são os festejos juninos aí onde vocês moram (caso vocês façam alguma coisa nessa época)?

Ando muito sumida, né? Me desculpem, ando tendo poucas ideias para compartilhar com vocês e quando tenho alguma, sempre acabo deixando para amanhã e esse amanhã nunca chega, vou tentar parar com isso. Isso mesmo, tentar! Não posso garantir nada para vocês porque já já minhas férias acabam (infelizmente :'( ). Só que, neste misto de alegria e tristeza (sim, voltar às aulas me traz um “pouquinho” — beeeem pouquinho — de alegria), tive uma ideia de compartilhar com vocês três coisas que fiz nessas férias.

Antes de dar as férias fiz duas listas, uma delas foi uma lista de filmes que deveria assistir. E essa foi uma das coisas que mais fiz, se fosse de terror? Não importava qual era, já estava assistindo, isso tudo porque estava disposta em achar algum filme de terror que novamente me fizesse ficar “assustada” (não teve sucesso). Esses foram alguns dos que assisti:

Caso alguém pense “Ah, foram poucos”, gente, duas coisas: Não tenho memória boa para nomes de filmes e não iria trazer o nome de todos que assisti para vocês (para conseguir fazer isso, teria que ter anotado todos). E, destes 5 que mostrei, indico fortemente que vocês assistam: “The Boy” e “The Conjuring 2“. “The boy” indico porque foi um terror diferente e “The conjuring 2” porque AMO filmes de terror baseado em fatos reais e, apesar de um pouco “comum”, foi muito bom. EVITEM, por favor, evitem MESMO: “The Witch” e “Quarantine“, eu odiei esses filmes. Sério, um deles o final não presta e o outro nem se quer tem sentido e/ou assuste. Mas pode ter alguém que goste deles e/ou se assustem com eles, essa é só minha opinião.

Outra coisa que fiz nessas férias, infelizmente não tanto quanto queria (por causa das outras duas coisas), foi: LER! Óbvio que eu li, mesmo que tenha sido pouco. Nessas férias li dois livros, um deles já resenhados aqui no blog (e visto na imagem abaixo) e o outro que será resenhado em breve (por enquanto deixarei ele como surpresa rsrs).

(Clique na imagem para ler a resenha)

Por fim, mas não menos importante e sendo, literalmente o que mais fiz, foi: SÉRIES! (Estou começando a ficar viciada nessas coisas). Elas foram a minha segunda lista feita para as férias, nela tenho as seguintes séries que quero começar acompanhar: “Orange is The New Black“, “Once Upon a Time” e “Flash“. Mas, antes de começar à assistir elas, preciso terminar uma das séries que já comecei recentemente. Eis as séries que assisti/estou assistindo nessas férias:

Pretendo fazer uma postagem melhor falando sobre elas (o que acham?), mas: Arrow, terminei a 4ª temporada logo na primeira semana de féries; Silicon Valley, assisti 3 temporadas em dois dias (sendo que a 3ª temporada só assisti até o 5° episódio porque sei que ainda terá mais, por enquanto têm 10, mas sou curiosa demais para esperar os lançamentos e o 5° terminou de uma forma que não me deixou TÃO curiosa, então está bom assim rsrs); e comecei “House of Cards” a dois dias e assisti 4 episódios (os episódios são grandes, comparados com as outras séries, por isso não assisto muitos episódios em um único dia).

E esse foi o resumo das minhas férias rsrs. Claro que fiz mais coisa, maaaas, essas três coisas resumem bem o que fiz rsrs. É isso, gente, espero que tenham gostado. E aí, quais são os seus planos para as férias? (Eu começando a estudar e tem gente entrando de férias agora #queriamaisumasemana).

Grandes beijos e abraços…

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Top 5: The Beatles

Iaê, gente, tudo bem?

Assumo que não conheço MUITAS músicas deles, mas trouxe as que mais gosto (como sempre). Digam quais são as suas favoritas deles nos comentários, vou amar ouvir cada uma delas. :)

Número #1: Hey Jude

“[…] E sempre que você sentir a dor, ei, Jude, contenha-se. Não carregue o mundo em seus ombros.”

P.s.: Um amigo meu da faculdade canta essa música mudando “Jude” por “Jusley” rsrs.

Número #2: Yesterday

“[…] Ontem todos os meus problemas pareciam tão distantes, agora parece que eles vieram pra ficar. Oh eu acredito no passado.”

Número #3: Let It Be

“[…] E quando a noite está nublada, há ainda uma luz que brilha em mim, brilha até amanhã, deixa estar.”

Número #4: Help!

“[…] Quando eu era jovem, muito mais jovem do que hoje, eu nunca precisei da ajuda de ninguém para nada. Mas agora esses dias se foram e eu não estou tão seguro de mim mesmo. Agora eu decidi mudar meus pensamentos e abri as portas.”

Número #5: Yellow Submarine

“[…] Na cidade onde eu nasci viveu um homem que partiu para o mar e ele nos contou a sua vida na terra dos submarinos.”

E o próximo top que teremos é de: MICHAEL JACKSON!

Grandes beijos e abraços…

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Doar o Cabelo!

Iaê, loucos, tudo bem com vocês?

Não sei se vocês sabem, mas eu tenho um ciúme enorme do meu cabelo, o meu ciúme é de um nível que eu corto meu cabelo no mesmo salão a mais de 6 anos e não consigo cortar com mais ninguém. Sendo que várias vezes já tive vontade, mas como a minha cabeleireira já conhece o corte que eu mais gosto, o corte que fica perfeito em meu cabelo, não consigo cortar com mais ninguém. Sério, vocês também são assim? Eis o dito cujo:

Estou literalmente viciada em adornos para cabelo 😍

A post shared by Louca Por Viver (Jusley A.) (@loucaporviver) on

Meu cabelo é volumoso e ondulado (como a foto acima que postei no instagram @loucaporviver a um tempo atrás, ele já está maior), mas assim, ele é muito volumoso e ele ainda é ondulado (isso não ajuda muito). Eu não sou o tipo de pessoa que curte cabelo MUITO volumoso EM MIM, acho lindo nos outros, mas em mim sempre acho que não combina. Por este motivo, meu cabelo sempre teve um corte do ombro para baixo (aquela história de: “Quanto maior o cabelo menor o volume”, é pura verdade!). Já tive cabelo curto e, meu Deus, foi a pior coisa que fiz naquela época (meu cabelo nem tinha formato, não sabia se ia ficar cacheado ou se ia ficar liso, se grande ele já tava feio, curto ficou pior. E se já não cuido direito dele hoje em dia, naquela época era pior, sério, ficou ridículo). Mas, este ano, decidi que iria doar o meu cabelo!

(Imagem encontrada no google)
(Imagem encontrada no google)

Sim, vou correr o risco de ter cabelo curto de novo rsrs. E vocês devem estar achando que sou doida, podem estar pensando: “Como a pessoa tem cabelo volumoso e que quando teve cabelo curto ficou ridículo, vai doar?”, também não sei, me faço essa pergunta diariamente rsrs. Brincadeiras a parte, eu sei exatamente o que me levou a querer doar e minha esperança é que, depois de lerem essa minha postagem, eu consiga convencer a mais alguém a se juntar comigo nessa missão de deixar o cabelo crescer para doar.

O cabelo é, muitas vezes, a identidade de uma mulher, ele a faz se sentir mulher, mas por algum motivo ela acabou perdendo e sabemos que isso é horrível para qualquer uma. É só se imaginar perdendo o cabelo por algum motivo, como você se sentiria? Essa pergunta foi um dos motivos que me fizeram querer doar o cabelo. Outro motivo foi que, graças a Deus, eu tenho um cabelo saudável e sei que ele vai crescer de novo, mas e quem não tem? Quem não tem um cabelo crescendo saudável? Então, decidi, vou doar o que eu tenho de muito (e coloque muito nisso) para quem precisa mais do que eu. O meu cabelo vai crescer, então vou doar e devolver a identidade, a felicidade de alguma uma mulher.

“Mas o que eu tenho que fazer caso queira doar também?”, bom, primeiramente seu cabelo tem que estar natural, ou seja, sem nenhuma química. Se o seu está natural (ou virgem, como queiram chamar), vem a questão do tamanho dele e isso depende de instituição para instituição, porém, a maioria delas, aceitam que eles tenham um comprimento entre no mínimo 10 a 20 centímetros (claro que pode ser maior que isso, só não pode ser menor que 10). E como você sabe o comprimento do seu? É bem simples, meu cabelo, por exemplo, é cortado em duas camadas pequenas já mais para as pontas dele então, quando eu for medir o meu, devo medir de acordo com a MENOR camada dele, quando a MENOR tiver com 10 centímetros ou mais, eu já posso doar (a última vez que medi, estava mais ou menos com 7 centímetros).

Isso que você precisa saber em relação ao seu cabelo. Depois disso, procure instituições que aceitem doações de cabelo e veja quais são as “regras”. Eles irão informar qual o tamanho para tal e como deve proceder na hora do corte. Acho que todas devem seguir os seguintes passos para o corte: Com o cabelo SECO, o cabeleireiro deve amarrá-lo com um elástico (de modo que tenha os 10 cm) e fazer o corte. Caso a instituição que você escolheu não seja da sua cidade, ou seja, vai ter que enviar para algum outro lugar, o cabelo deve ser colocado em um saco plástico e enviado para o local que você escolheu. É importante lembrar que, apesar de ser óbvio, esse cabelo não deve tocar o chão, cabelos no chão não serão úteis.

Depois disso tudo, peça a seu cabeleireiro arrasar no corte para que você também fique linda. E, caso você acabe não gostando, sei que você irá saber se virá. Lembre-se que o seu cabelo está sendo usado para fazer alguém se sentir bem, para uma mulher se sentir feliz e tem coisa melhor do quê isso? (Mas tenho certeza que o seu cabelo ficará lindo!)

Então, quem vai se juntar comigo nessa boa ação? Ah, direi quando irei cortar (vai ser só no final do ano, quero que ele esteja BEM grande) e depois farei uma postagem contando minha experiência e, claro, reforçar a ideia de que doar cabelo é importante.

P.s.: Existe a “Fundação Laço Rosa” que aceita doações de cabelo, só que não sei se ela aceita doações via correio. Mas vale conferir o site deles clicando aqui.

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Bate-Papo…

Iaê, gente, tudo bom?

Decidi trazer um bate-papo um pouco sério hoje. Mas antes vou contar a história que tem por traz disso tudo, então senta que lá vem história rsrs

Há muito tempo atrás, quando eu era mais nova (praticamente até os meus 16-17 anos), eu era acima do peso. Não era obesa, mas estava acima do peso (e isso era notável). Isso me afetava muito porque eu sempre me sentia insegura e achava que todo mundo estava me olhando e julgando (muitos realmente ficavam assim, outros fingiam que não). Basicamente eu me achava feia, que todo mundo ficava mangando/rindo da minha cara e eu só queria me esconder.

Pior que sempre me escondia da pior forma possível, acho que assim acabava chamando mais atenção: Usando roupas largas (roupas até masculinas), vivia de cabelo preso e sempre olhando para baixo. Enquanto você é criança, ninguém liga se você é acima do peso, as crianças (seus amigos) não julgam, elas só querem brincar. Se você sabe brincar, você será um bom amigo. Mas quando você vai crescendo, tudo muda. Você vai virando o centro das atenções, em alguns casos, e muitos, muitos mesmo, vão te julgar pela sua imagem, pelo seu físico. Então não basta ser legal, tem que se encaixar nos parâmetros daquela pessoa.

Por muito tempo achava que não me encaixava em nada, não sei se vocês já viram aquela piada que rola pelas redes sociais dizendo: “Todo grupo de amigos tem a estranha. E essa sou eu!”. E eu acreditava fielmente que eu era a estranha do grupo rsrs. E claro que isso não me fazia bem, então decidi mudar. Não pra me encaixar em algum parâmetro ou para conseguir ser amiga de alguém, decidi mudar porque percebia que esse era o melhor para mim. Então, no final de 2011 comecei a ir pra academia (se não me engano cheguei até ir para nutricionista). Fui certinho durante 6 meses e consegui emagrecer 10 quilos. Sim, 10 quilos (quem me conheceu depois de ter perdido esses 10kg talvez nem acredite rsrs). E quando descobri que havia perdido isso tudo me senti uma pessoa muito realizada e feliz comigo mesma. Só que, naquela época, tive que escolher: Estudar para o ENEM ou continuar na academia? 2012 foi o ano em que tive que prestar vestibular pela primeira vez, muitos de vocês já devem ter percebido que troco tudo pelos meus estudos. Então a escolha seria óbvia, parei de ir para academia. Muitos devem tá se perguntando: “Tá, mas para quê eu quero saber disso?”, calma, eu tenho um propósito rsrs.

Fiquei quatro anos sem ir pra academia, mas decidi voltar esse ano (dia 23/05/2016, para ser mais exata), por que eu voltei? Porque, depois de quatro anos, voltei a engordar e voltei com algumas inseguranças (e era óbvio que essas inseguranças estavam sendo causadas por causa que estava engordando). Claro, não foi nada como antigamente (é bem claro e visível que não é como antigamente), não estou acima do peso, ainda estou no meu peso ideal, mas decidi voltar logo antes que piorasse (piorasse? Sim, minha família tem grande tendência de engordar com facilidade e nem sei como consegui manter meu peso durante quatro anos sem fazer nada).

Mas por quê estou falando isso? Porque algumas pessoas podem achar que estou fazendo isso para entrar em uma modinha ou para seguir parâmetros de beleza (que discordo de muitos deles). Não é isso, voltei à ir pra academia pelo meu bem estar, porque eu me olhava no espelho e não gostava do que estava vendo, porque eu queria me livrar das inseguranças que estavam voltando, por isso estou indo pra academia. E é isso que quero dizer nessa postagem longa: Não existe padrões de beleza (todos estão cansados de saber, mas não estão cansados de seguí-los).

O que existe é se você está se sentindo bem ou não consigo mesmo. Se você se olha no espelho e fica feliz com a imagem que está sendo refletida, pronto, seja feliz. Não vá atrás de algum tratamento ou seja lá o que for só para “satisfazer” algum parâmetro que alguém (ou até mesmo a mídia) impôs. Continue do jeito que você está se você estiver feliz.

Porém, se quando você se olha no espelho não se sente feliz com o que vê, vá atrás do que você acha que seja melhor pra você. Mas só se isso for para TE FAZER FELIZ, senão, não faça nada. Se por algum motivo ainda tenha um fundo de pensamento como: “Não me encaixo em nada”, ou você esteja fazendo isso porque fulana é mais bonita que você. Não faça nada, porque você está seguindo padrões e quando se segue padrões nunca encaixamos em nada porque nem sempre estamos fazendo aquilo que gostamos, só estamos fazendo por causa de algo ou alguém.

Se não for por isso, então faça. Vá atrás de médicos, procure saber o que é preciso fazer para se sentir melhor consigo mesmo. Quer entrar na academia pra perder aqueles quilinhos a mais? “Vamo” lá! A gente consegue. Acho que quando você faz algo só pelo seu bem estar, você recebe uma recompensa maior do quê a esperada. Mas se fizer isso por causa de alguém, nunca obtemos o que esperamos.

Vale lembrar que: Não faça nenhuma loucura, nenhum exercício exagerado, por exemplo, tenha acompanhamento de alguém. Nenhuma dieta louca funciona, nenhum exercício pesado funcionada, nada em exagero funciona. Tenha paciência, o resultado sempre vem.

Por hoje é só, espero que vocês gostem do nosso bate-papo. Grandes beijos e abraços…

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