Vem cá que eu te conto porque to solteira!

Iaê, gente, tudo bom?

Hoje vou trazer para vocês um texto que encontrei em uma página do facebook que sigo, esse texto é de autoria da Thamilly Rozendo, e vocês podem encontrar uma das versões do texto clicando aqui (que é o site da página do facebook que comentei), ou podem ir no nesse site aqui (que, aparentemente, a própria autora escreve por lá). Mas chega de enrolação, espero que vocês gostem do texto da mesma forma que gostei e aí está ele:

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Primeiro tira da sua cabeça essa ideia vazia de achar que estou infeliz. Depois se despeça desse discurso de que quem muito escolhe acaba sendo escolhido. Quer saber porque estou solteira? Bom… Não quero embarcar em uma viagem com alguém carregando as bagagens do passado, não quero conhecer outro mundo se ainda não consegui conhecer o meu.

Não quero machucar o coração de ninguém com as minhas incertezas, não quero falar do passado, nem lembrar dele. Não estou machucada, não estou magoada, só que de tanta coisa que acontece na vida da gente, chega uma hora que cansa entende? Não estou numa fase de sair “tentando” dar certo, quero que de certo sem ficar perdendo tempo com alguém que não perde um segundo pra me ligar e saber como estou.

Não quero investir meu tempo com alguém que não investe o seu em mim, que não se importa e que só machuca. Entende? Eu to feliz assim, pra que me decepcionar mais uma vez? E se eu quiser terminar de ver a minha lista de series? E se eu quiser viajar conhecer o mundo, aprender um novo idioma, conhecer novas pessoas, outros lugares…

Na verdade é isso que eu quero. Na verdade eu to solteira porque eu quero mais..Eu quero alguém que não me prive de viver, que divida suas dores, que me veja como abrigo e que me acolha com um abraço quando eu não estiver bem. Na verdade quero alguém que aumente minha lista de séries com suas dicas e que fique comigo em um sábado à noite, final de mês, quando a grana está curta e eu não to afim de sair. Eu quero alguém que não tenha vergonha de me assumir pros amigos e que não tenha medo de compromisso.

Não estou esperando o príncipe encantado – eu sei que é isso que você pensa- e daí se ele não abrir a porta do carro pra mim e não vir em um cavalo branco? (risos)

E daí se ele não pagar a conta do jantar sempre que sairmos e querer ver um filme em casa porque está sem dinheiro pra sair? Eu sinceramente não estou esperando por isso. Não estou esperando alguém pra pagar a conta, não estou procurando alguém pra me levar pra sair todo dia, me levar de carro pra todo lugar e que sempre me de presentes.

Não quero jóias, roupas caras, perfumes caros, jantares caros, carro luxoso. Não é isso que procuro em alguém, até porque se pra você essa é a concepção de homem perfeito ( rico) se isso é o que caracteriza um príncipe, eu definitivamente prefiro sapos.

Quero alguém que eu diga: Vamos? – vamos!

Quero mais… muito mais. Quero alguém que me inclua nos seus planos, que me irrite na mesma proporção que desperta o meu amor. Que seja inteiro, intenso não precisa ser perfeito. Quero alguém pra tomar um sorvete em um domingo a tarde e depois ver um filme pra não deixar o dia tão tedioso. Alguém que me respeite e respeite os outros. Alias respeito é algo fundamental. Pode me buscar de bicicleta eu não ligo, pode rachar a conta comigo eu não me importo. Pode escolher o filme e comprar o dogão eu vou adorar.

Eu to solteira porque relacionamento não é tentativa, não é oportunidade é investimento. Investimento de tempo. Eu to solteira porque talvez eu queira curtir essa fase sem ninguém, quero organizar a minha vida refazer meus planos. Eu to solteira porque estou bem assim, porque não quero alguém pra diminuir, quero alguém que venha para somar.

Então para com esse discurso chato de que preciso de alguém, para de me perguntar “Nossa mais você é tão bonita e ta sem ninguém?” para de querer me empurrar pra alguém, ficar passando meu telefone e querer dar uma de cupido, isso é extremamente chato, acredite. Quando eu tiver interesse eu vou atrás fique tranqüilo, pouco me importa se você acha isso inadequado para uma garota. Pode deixar que quando acontecer eu vou saber o que fazer, não precisa ficar me perguntando quando vou assumir ou trocar o status do facebook. Isso não lhe diz respeito. Eu to solteira porque sim, porque quero porque estou bem assim.

Eu to solteira porque chega uma hora que você cansa de acreditar, cansa de criar feridas e de se recompor. To solteira porque as vezes a gente precisa de um tempo só nosso e de não ter ninguém ocupando o nosso pensamento, travando o nosso tempo.

Se for pra namorar e só brigar, viver chorando, se magoando, se for pra namorar pra trair, pra sofrer, pra não ter respeito eu prefiro estar solteira. Se for pra namorar pra escrever textão no facebook mas na verdade viver uma mentira, eu prefiro estar solteira. Se for pra namorar pra ter alguém pela metade eu prefiro estar solteira. Se for pra namorar pra deixar de ser quem sou, ter que mudar meu jeito, meus gostos e não ter meus defeitos aceitos eu prefiro ficar solteira.

Eu to solteira porque mereço muito e quero muito. Estou solteira porque não quero alguém que faça do meu passado um presente e dos meus erros um açoite. Não, eu não quero qualquer coisa, qualquer pessoa, qualquer sentimento, qualquer história, qualquer frio na barriga… Eu to solteira porque não quero ninguém do meu lado pela metade, sou inteira demais pra isso. E pra finalizar, eu não estou escolhendo eu estou esperando. Esperando o tempo de Deus pra mim.

[Escrito por: Thamilly Rozendo]

Grandes beijos e abraços…

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A geração de mulheres ‘inamoráveis’!

Iaê, gente, tudo bom?

Hoje não vou trazer um texto da minha autoria como nas outras vezes, desta vez trago um texto que uma amiga minha me mandou e que achei muito legal, espero que vocês também gostem e (quem sabe) se identifiquem. Ah, o texto original vocês encontram clicando aqui

Uma vez, num bar, ela disse-me: “Neste mundo existem pessoas ‘inamoráveis’, e eu sou uma delas”.

Aquilo intrigou-me durante toda a noite… uma palavra fora do dicionário que ela usava para se descrever, e porquê? Observei-a enquanto ela, tímida, finalizava mais um copo de cerveja. Eu estava com ela havia quatro horas, quatro horas onde conversamos sobre filosofia, arte, astrologia, cinema e viagens… Quando ela se dirigia ao empregado de balcão, o bar inteiro parava para vê-la… Tinha o seu carro, a sua casa e era do tipo que não dependia de ninguém, então porquê pensar assim? Ter-se-ia ela fechado para os relacionamentos?

Ela fez uma cara de entediada e chamou-me para caminhar enquanto fumava um cigarro, até à saída sorriu e cumprimentou toda a gente com aquele jeito danado de menina do mundo…

Aquilo tudo era muito pequeno e raso para ela, concluí eu.

Na rua todos passavam apressados, ela divertia-se com os animais abandonados, abaixou-se e entregou a sua garrafa de água para o morador da rua, explicou o endereço de um bar em alemão para um estrangeiro perdido que agradeceu com um sorriso, comprou chicletes de uma criança e na minha cabeça só ecoava: “inamorável”…

Foram horas a observar aquela mulher, até não me aguentar e voltar ao assunto… Eu queria entender melhor, eu queria uma definição como num dicionário. Então ela pegou na minha mão e puxou-me para um bar onde tocava uma banda de rock, ficou em silêncio por longos 30 minutos a observar tudo, até que disse:

– “Olha ao teu redor, estamos aqui já há algum tempo e durante esse tempo passou por nós uma mulher a chorar porque o seu namorado terminou com ela ontem e hoje já está com outra, pois ele acredita que pessoas são substituíveis… naquela mesa estão 10 pessoas e elas não conversam entre si porque estão nos seus smartphones. Talvez aquela mulher de vermelho seja a mulher da vida do rapaz de azul, mas ele nunca saberá pois é orgulhoso demais para tentar. Observa aquele rapaz de pólo no bar, é o terceiro copo de martini que ele toma enquanto olha para aquela loira, que por sua vez está a tentar chamar a atenção do vocalista que fingirá que ela não existe por causa da ruiva e da morena que ele pega em dias alternados, e ele não pode ficar mal perante as outras.

Olha ao teu redor, não fazemos parte disso, não somos rasos. Não fazemos mesmo parte disso! Entrámos sem telefone na mão, na expectativa de encontrar pessoas simpáticas e interessantes, com conversas interessantes, com relações reais e voltamos para casa sozinhos, somos invisíveis num mundo de estatutos onde as pessoas não vão querer-te porque tu moras longe, ou porque não gostam da tua cor de cabelo ou porque tu não curtes os Beatles, acontece tudo tão rápido que as pessoas estão com preguiça de fazer o mínimo de esforço para conhecer realmente alguém. Eu passo por essa legião como um fantasma pois eles estão ocupados demais para ver quem está ao redor enquanto procuram alguém no tinder.

E eu importo-me? Não mais. Sou inamorável porque não me importo com nada disso. Não me importo com nenhum desse estatuto, não me importo em quanto tempo levo para conquistar a pessoa, se ela realmente vale a pena, não me importo se terei que atravessar a cidade para vê-la quando tiver saudades e não me importo se ela me presentear com um convite para ir ver o show dos Beatles porque é importante para ela mesmo eu detestando a banda. Porque eu sou assim, e se antes era isto que procurávamos em alguém, hoje em dia somos considerados inamoráveis por mantermos o coração e a mente aberta.”

Naquele momento eu entendi-a, e apaixonei-me pelo mundo dela.

[Escrito por: Akasha Lincourt]

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Seus olhos…

De todos os momentos que passei com você, o único que não serei capaz de esquecer um dia, é aquele em que te olhei no fundo dos teus olhos. Todo o resto, todo o passado, tudo que estamos vivendo, um dia poderá passar, mas tenho (quase) plena certeza que do seu olhar nunca irei esquecer.

Era só você e eu, eu e você, o mundo a nossa volta não existia, nem precisaria existir pois o meu mundo estava na minha frente/o seu mundo estava na sua frente, olhando no fundo dos meus olhos/olhando no fundo dos teus olhos.

E foi aí, neste exato momento quando tudo ao redor parecia não ter mais sentido, quando tudo ao redor tinha sumido, quando aqueles poucos segundos pareceram horas, que eu tive a certeza de que: Sou perdidamente apaixonada por você! E mesmo que tentem, nada, nem ninguém, mudará isso. E caso um dia isso tudo chegue ao fim, saiba que: Por mais que eu procure dentro de vários outros olhares, nenhum deles me dará a sensação que encontrei somente no teu.

[Escrito por: Jusley A.]

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Errando…

A vida é perfeita nos seus erros, certo?

A cada caminhar meu, um novo erro é cometido. Muitos irão dizer: “Deixe de tanto drama!”. Ok, não é drama, juro. Pensei muito antes de ter essa afirmação. E isso porque: Foi errando que aprendi a andar e falar. Foi errando que aprendi que na vida o estudo é coisa mais importante que tenho. Foi errando que escolhi o meu curso. Foi errando que aprendi a programar. Foi errando que aprendi a tocar violão.

Foi errando que aprendi o valor que tenho que dar a minha família. Foi errando que aprendi o que são amizades verdadeiras. Foi errando que aprendi em quem eu devo “confiar”. Foi errando que eu descobri o que é amor, mesmo sem nunca ter vivido um. Foi errando que aprendi a não desistir. Foi errando que descobri o que é ser livre de verdade.

Enfim, errei e continuo errando, mas a minha vida é perfeita nos meus erros. Se eu errei com você, me perdoe. É que eu sou um inconstante e desastrado erro, mas que com tantos erros acabo sendo um acerto, inconstante e desastrado, mas ainda assim um acerto.

[Escrito por: Jusley A.]

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