Resumão: Maio/2016

Iaê, gente, tudo bem com vocês?

Estava olhando aqui qual tinha sido a postagem com mais visualizações do mês passado e me surpreendi com uma coisa: Batemos nosso recorde de visualizações!! Sim, atingimos nada mais, nada menos que 700 visualizações em um único mês (733 visualizações para ser mais exata). 110 visualizações a mais do que o nosso último recorde.  \o/

Fiquei muito feliz quando vi, não esperava por isso. Sério, muito obrigada, gente. Obrigada mesmo, quando comecei não esperava tantos acessos. Esse blog foi feito com intuito de fugir um pouco de algumas coisas, só que ele foi aumentando, continua sendo o meu momento de “fugir”, só que um pouco mais sério rsrs. Com coisas mais sérias, de vez em quando. Enfim, muito obrigada ♥.

Então, sem mais delongas, a publicação com mais visualização do mês passado foi “Experiência #8: Piercing!“. E tivemos as seguintes postagens:

14 de Maio de 2016: Pause: Abril/2016 → Aqui vocês encontram as músicas que não consegui dar “Pause” no mês anterior;

17 de Maio de 2016: Resumão: Abril/2016 → Nesta postagem vocês encontram tudo aquilo que foi publicado no mês de abril;

23 de Maio de 2016: Top 10: Luan Santana → As 10 melhores músicas de Luan Santana;

24 de Maio de 2016: Resenha: Apenas Um Dia → Resenha do livro de Gayle Forman, mesma escritora de “Se Eu Ficar”;

29 de Maio de 2016: Vamos falar sobre algo sério? → Minha opinião/desabafo sobre o que aconteceu com a menina de 16 anos;

Então é isso. Até breve, queridos loucos!

Grandes beijos e abraços…

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Resenha: Apenas Um Dia

A vida de Allyson Healey é exatamente igual a sua mala de viagem: organizada, planejada, sistematizada. Então, no último dia do seu curso de extensão na Europa, depois de três semanas de dedicação integral, ela conhece Willem. De espírito livre, o ator sem destino certo é tudo o que Allyson não é. Willem a convida para adiar seus próximos compromissos e ir com ele para Paris. E Allyson aceita. Essa decisão inesperada a impulsiona para um dia de riscos, de romance, de liberdade, de intimidade: 24 horas que irão transformar a sua vida. Apenas um Dia fala de amor, mágoa, viagem, identidade e sobre os acidentes provocados pelo destino, mostrando que, às vezes, para nos encontrarmos, precisamos nos perder primeiro… Muito do que procuramos está bem mais perto do que pensamos.

Título: Apenas Um Dia
Título Original: Just One Day
Autor: Gayle Forman
Páginas: 382
Ano de Lançamento: 2014
Editora: Novo Conceito
Gênero: Ficção Norte-americana

O que pode acontecer em apenas um dia? Claramente muitas coisas, concordam? Como Gayle diz: “Nascemos em um dia. Morremos em um dia. Podemos mudar em um dia. E podemos nos apaixonar em apenas um dia.” (pg. 135).

Allyson Healey era uma garota que não gostava de fugir do seu comum, era sempre organizada, estudiosa, sistematizada, sempre fazendo os gostos dos seus pais. Todos sabiam exatamente o que esperar dela. Ela acabou de sair do ensino médio e, como presente de formatura, ganhou de seus pais uma viagem para Europa. E foi nessa viagem, enquanto ela esperava para ver uma peça de William Shakespeare, que conheceu Willem (lindo, ator e aventureiro). Típico cara que todas as garotas se interessam.

Por coincidência, ou acaso, Willem e Allyson vão para Londres no mesmo trem e lá eles começam a conversar e se conhecer mais um pouco. E no meio dessa conversa, Allyson diz que nunca tinha ido à Paris e que queria ter ido nessa viagem, mas não deu certo por causa de alguns problemas. Então, Willem a convida, sem mais nem menos, para eles irem juntos à Paris durante um dia, um único dia. Caso ela aceitasse, iria ser muito diferente, uma Allyson diferente, que age por impulso, que se aventura, que faz algo que nunca ninguém esperou vindo dela. Então, ela aceita!

Ser sincera, esse livro foi só mais um livro, não foi nenhum livro que entrou na minha lista de favoritos. Só foi mais um. Mas o que mais me deixa intrigada é que, por mais que ele tenha sido só mais um, não consegui largá-lo até terminar, em uma semana já tinha acabado a leitura, só que foi só mais um. Ele é bom, mostra que um dia pode mudar sua vida completamente (seja para bom ou para ruim) e que os acasos existem, e que eles podem ser muito bons na sua vida. Só que, mesmo assim, ele não me encantou. Eu não sinto aquela vontade, por exemplo, de sair dizendo a todos para ler esse livro, realmente não me empolguei com ele.

Uma coisa que realmente não gostei foi que em alguns momentos há perguntas/diálogos em Francês e em algumas vezes a autora não colocou o que elas significavam, em alguns casos você consegue perceber o que eles queriam dizer, mas em outros não, pelo menos eu não consegui. Achei isso um ponto negativo para ele e acabou me desanimando um pouco.

A edição da novo conceito, como sempre, está linda. Os livros deles são meus favoritos, amo como são as suas folhas. Não tenho o que reclamar da edição. A editora está de parabéns (mais uma vez).

Por fim, não tenho muita vontade de ler a continuação do livro. Quero ler só pelo motivo de saber o que acontece porque a autora deixou o final em aberto (não li “Se eu ficar” ou “Para onde ela foi”, mas me disseram que essa é uma característica da autora). Acho que esse foi até outro motivo para não me empolgar tanto para esse livro.

Então minha opinião final é: O livro tem um final em aberto, gostei da leitura (foi rápida e até legal), mas não amei. E não indicaria, na verdade não indico, realmente foi um leitura simples ou até mesmo normal, talvez o motivo disso seja porque meu gosto literário esteja mudando. Só que ainda assim não indico, a leitura dele vai a seu critério se deve ou não correr o risco rsrs. Mas, me digam, algum de vocês já leu? O que achou?

 Quotes:

“[…] — Acho que tudo está acontecendo o tempo todo, mas, se você não se coloca no caminho, acaba perdendo. Quando viaja, você se coloca lá. Nem sempre é bom. Às vezes é terrível. Mas outras… — Ele ergue os ombros e aponta para Paris, depois olha de esguelha para mim. — Não é tão ruim assim.” [pg. 53]

“[…] Férias. É mais fácil começar algo quando se sabe que não tem que ver alguém por um tempo.” [pg. 172]

“[…] Às vezes, só pode sentir algo quando se perde.” [pg. 280]

Grandes beijos e abraços…

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Resenha: Um dia

“Brincadeirinha” era exatamente o tipo de coisa que as pessoas escreviam quando estavam falando sério. [pg. 35]

 

 

Título: Um Dia
Título Original: One Day
Autor: David Nicholls
Páginas: 412
Ano de Lançamento: 2011
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance Inglês

Tem MUUUUITO tempo que não trago uma resenha né? Mas hoje trago a resenha de um livro que amo muito e que foi, literalmente, o primeiro da minha estante. Lembro que ganhei de presente de aniversário do meu pai a muito tempo atrás. Muitos não gostam desse livro e eu até entendo o porquê, porém me desafiei a fazer alguém que não gostou começar a gostar depois de ler o que escrevi. Então vamos lá…

“Um Dia”, traz a história de Emma Morley e Dexter Mayhew, ou Em e Dex. Eles se conheceram no ano de formatura e ficaram muito amigos desde então. Emma era uma pessoa muito romântica, sonhadora e que luta para ter tudo que deseja. Dexter era aquele cara que todas queriam, o bonitão, que só queria aproveitar a vida e que tinha tudo que quisesse na hora que quisesse. Enquanto Emma estava procurando emprego, Dexter viajava pelo mundo. Enquanto Em estava “se afundando” em Londres, Dex está aproveitando mais alguma festa em algum país.

O que ninguém sabia, ou melhor dizendo, o que todo fingia que não sabia, era que Emma era perdidamente apaixonada por Dexter. Porém, com o passar do tempo, essa paixão de Em ia diminuindo enquanto Dex começava a perceber as qualidades dela. A questão é, será que é tarde demais para eles? Será que Emma já havia desistido dele? Será que Dex não queria só mais uma noite?

Esse livro é simplesmente incrível, os capítulos dele são passados todo dia 15 de julho em uma narrativa que é dividida entre Dex e Em, um livro que te faz querer ler cada vez mais, que te cativa. E que te ensina (e é isso que me faz amá-lo) que não perca sua chance, se sente algo por alguém vai lá e fala, antes que seja tarde demais. Que muitas vezes o sentimento é recíproco, mas como você nunca falou, nunca disse nada, nunca expressou seu sentimento, você nunca soube disso. Que não é porque algo deu errado agora que irá ser assim pra sempre. Que aproveite sempre ao lado das pessoas que você ama, você não sabe até quando elas estarão com você… São tantas coisas boas que esse livro me faz sentir, são tantas coisas que penso com ele que nem sei chegar aqui e contar sobre ele.

É um livro lindo, com romance lindo, uma história cativante, emocionante, qualquer detalhe dado estraga a grande história entre Em & Dex. É um livro que vale muito a pena ler e que eu digo a vocês: Tenham a mente aberta, veja além do que acontece, veja o que o livro ensina. Se deixe viver esse romance lindo…

Sim, amo esse livro e não importa o que digam, continuarei amando esse casal. ♥

 Quotes:

“[…] O fracasso e a infelicidade são mais fáceis, porque você pode fazer piada com isso.” [pg. 50]

“[…] Pode me chamar de sentimentaloide, mas não tem ninguém no mundo que eu mais gostaria de ver com disenteria.” [pg. 90]

“[…] Você é linda, sua velha rabugenta, e se eu pudesse te dar só um presente para o resto da sua vida seria este. Confiança. Seria o presente da Confiança. Ou isso ou uma vela perfumada.” [pg. 51]

“[…] Você é um quebra-cabeça de duas peças… — Sentou-se e limpou a grama da pele. — De uma cor só.” [pg. 73]

“[…] — Ah, você me conhece. Eu não tenho emoções. Sou um robô. Ou uma freira. Uma freira robô.
— Não é, não. Você finge ser, mas não é.
— Ah, não se preocupe. Eu gosto muito de estar envelhecendo sozinha…”
[pg. 74]

“[…] — Sou, sim, Dex. Juro por Deus, eu mesma me acho chata.
— Bom, eu não acho você chata. — Pegou a mão dela. — Você nunca vai ser chata para mim. Você é uma em um milhão, Em.”
[pg. 78]

“[…] Inveja é uma espécie de impostos que se paga pelo sucesso.” [pg. 187]

“[…] Amigos eram como roupas: lindas enquanto novas, mas acabavam se desgastando ou não cabiam mais.” [pg. 187]

“[…] Por que uma mulher não poderia ter um pouco de autoconfiança em vez de se comportar o tempo todo como espantalho?” [pg. 197]

“[…] Você mesmo disse que as pessoas mudam, não adianta ser sentimental a respeito. O negócio é ir em frente, encontrar outras pessoas.” [pg. 205]

“[…] — Dexter, eu te amo muito. Muito, muito, e provavelmente sempre amarei. — Os lábios dela encostam no rosto dele. — Só que eu não gosto mais de você. Sinto muito.” [pg. 206]

“[…] — Solidariedade pela solteirona. Eu estou bem, obrigada. E me recuso a ser definida por um namorado. Ou pela falta de um namorado. — Começa a falar com bastante intensidade. — Quando você não se preocupa mais com essas coisas, com encontros ou relacionamentos, amor e tudo o mais, é mais fácil se sentir livre para tocar a vida real.” [pg. 276]

“[…] Retomou a caminhada para o sul, em direção a The Mound. ‘Viver cada dia como se fosse o último’ — esse era o conselho convencional, mas na verdade quem tinha energia para isso? E se chovesse ou você estivesse de mau humor? Simplesmente não era prático. Era bem melhor tentar ser boa, corajosa, audaciosa e se esforçar para fazer a diferença. Não exatamente mudar o mundo, mas um pouquinho ao redor. Seguir em frente, com paixão e uma máquina de escrever elétrica e trabalhar duro em… alguma coisa. Mudar a vida das pessoas através da arte, talvez. Alegrar os amigos, permanecer fiel aos próprios princípios, viver com paixão, bem e plenamente. Experimentar coisas novas. Amar e ser amada, se houver oportunidade.” [pg. 408-409]

Sinopse, clique aqui.

P.s.: Assistam o filme também (também é muito lindo).

Grandes beijos e abraços…

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Resenha: Cidades de Papel

— Talvez todos os fios dentro dele tenham se arrebentado — respondeu ela. (PG. 16)

 
 
 
 
 
 

Título: Cidades de Papel
Título Original: Paper Towns
Autor: John Green
Páginas: 368
Ano de Lançamento: 2013
Editora: Intrínseca
Gênero: Ficção Americana

Depois de muito sacrifício, FINALMENTE, consegui terminar este livro. E digo a vocês que isso só foi possível por causa da minha amiga, Luane, que me falou: “Só acho que temos direito de falar bem ou mal de algo se terminarmos por completo”, claro que concordo com ela. É errado querer opinar sobre algo que você não leu/viu todo, eu iria fazer isso porque eu não conseguia terminar de ler esse livro, por mais que tentasse. Mas depois do que Lu disse, só me sentiria bem em dar minha opinião depois que tivesse o lido completamente.

Vamos deixar claro uma coisa para você que está aqui para ler essa resenha: ELA NÃO VAI SER UMA RESENHA POSITIVA, então se você é fanática pelo Sr. Green acho melhor nem ler porque com certeza você irá me odiar. Mas se mesmo assim deseja ler, lembre-se: Cada um tem sua opinião, respeite a minha! Dito isto…

Todo mundo que me conhece sabe que ACEDE foi um livro que não gostei muito, porque já sabia o final, mas “Cidades de Papel” superou. Não sei explicar exatamente o que me fez ter tanta raiva deste livro, simplesmente achei ele um tédio, sem falar que achei Quentin um idiota (ops!) que só pensava nele e achava que o mundo girava em torno dele (acho que escutar “Bleeding Out” enquanto faz a resenha não seja tão legal assim rsrs). Mas vamos lá…

Quentin Jacobsen está no seu último ano do colégio e é apaixonado por Margo Roth Spiegelman, porém essa paixão é algo impossível para ele já que eles não estão mais tão próximos assim e por Margo ter um namorado.

Q. sempre teve uma rotina certinha, nunca fez nada de diferente, nunca desobedeceu nenhuma regra, nunca faltou aula, nunca tinha feito nada que fosse realmente empolgante (em outras palavras: Poderíamos considerar a vida dele chata). Até que tudo isso muda quando Margo surge na janela do seu quarto e o chama para ajudá-la a resolver onze problemas. Depois de ter negado algumas vezes ele finalmente aceita e parte com Margo para essa aventura (melhor parte do livro, ou única parte que realmente achei boa). Essa se torna uma noite muito especial para Q., pois o faz crer que poderá se reaproximar de Margo e isso o deixa muito feliz e ao mesmo tempo ansioso para o dia seguinte na escola.

Porém, ao chegar na escola, ele descobre que Margo havia sumido (de novo). E isso o deixa com “uma pulga” atrás da orelha: Para onde ela poderia ter ido? Quando será que ela vai voltar? Por que ela tinha sumido? Então, ele julga que a melhor decisão é ir atrás dela (não importa onde, como ou quando).

Pronto, a partir daí que, na minha opinião, o livro começou a ficar ruim. E só poderei falar coisas sobre ele até aqui, porquê: 1) Depois disso, qualquer detalhe a mais pode se tornar spoiler; 2) A partir daqui que comecei a odiar o livro, então acho que tudo que direi após isso não será muito legal.

Mas irei explicar porque acho Q. um idiota: Ele vai atrás de Margo, até aí tudo bem, mas o que ele faz para ir atrás dela não é nem um pouco legal. Ele fica obcecado por ela, se torna doentio, a vida dele começa a girar em torno de “Margo Roth Spiegelman”. Tudo que ele faz ou fala é sobre ela (tem um certo momento no livro que Q. briga com Ben por ele ser “obcecado” pela *seria spoiler se eu dissesse*, sendo que Quentin não percebe que ele também estava obcecado por algo. Algo que o tornava chato/idiota). Ele só quer encontrar Margo, não importa como. E ninguém iria empatar ele disso.

Se eu indico esse livro pra alguém? Sim, eu não gostei mas alguém pode gostar, né? Mas deixo um prévio aviso: Não gostei e por pouco não conseguia completar a leitura (teve um momento que fechei o livro e falei pra minha irmã, fingindo voz de choro: “NÃO CONSIGO TERMINAR ESSE LIVROOOOO!!!, foi desesperador rsrs). Mas leiam, vocês podem ou não ter a mesma opinião que eu tive, só irá descobrir se ler!

 Quotes:

“[…] E agora a vida se tornou o futuro. Todos os momentos da vida são vividos no futuro: você frequenta a escola para entrar na faculdade para arrumar um bom emprego para comprar uma casa legal e mandar os filhos para a faculdade para que eles consigam arrumar um bom emprego para comprar uma casa legal para mandar os filhos para faculdade.” [pg. 42]

“[…] No planejamento, acho. Não sei. Fazer as coisas nunca é tão bom quanto imaginá-las.” [pg. 90]

“[…] O prazer estava em ver nossos fios se cruzarem e se separarem, e depois se tocarem de novo.” [pg. 91]

“[…] É muito difícil ir embora — até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo.” [pg. 262]

“[…] Só tenha em mente que às vezes o jeito como a gente pensa em alguém não é exatamente o jeito como essa pessoa é.” [pg. 312]

“[…] As pessoas são o lugar, e o lugar é as pessoas.” [pg. 346]

“[…] O para sempre é composto de agoras — diz Margo. Não tenho nada para refutar isso; fico só assimilando a frase quando ela continua: — Emily Dickinson.” [pg. 351]

Sinopse, clique aqui.

P.s.: Achei o filme melhor (por ser mais engraçado).

Grandes beijos e abraços…

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