Experiência #9: Doação de Cabelo (E meu novo corte)!

Iaê, gente!!

Sem dúvida nenhuma as postagens contando minhas experiências são as que mais gosto de fazer, mesmo sendo as mais demoradas a ficarem prontas rsrs (por isso atrasei nossa postagem).

Enfim, hoje venho compartilhar com vocês uma das melhores experiências que já vivi, uma experiência que me proporcionou uma felicidade imensa que foi ter doado o meu cabelo. Há 6 meses atrás contei para vocês a notícia de que iria doar o cabelo e convidei vocês para doarem comigo, quem não leu e quiser ler é só clicar aqui. Essa postagem hoje estará dividida em seções desde a decisão de doar até o resultado do corte. Então se você quiser ver o resultado final, é só continuar lendo.

A decisão:

Tem um certo tempo que tenho vontade de doar o cabelo, mas não tinha coragem. Sim, não tinha coragem, só ficava passando na minha cabeça que quando eu era mais nova e cortei curto ficou um desastre. Ele ficou MUITO volumoso, não que eu ache que cabelo volumoso seja feio, pelo contrário, é lindo. Mas nunca achei que combinava comigo (não no corte que estava).

Só que continuava vendo algumas pessoas ao meu redor doando e via a emoção, a alegria que elas sentiam e cada vez mais eu ficava querendo sentir isso. Até que Raquel, uma amiga minha, doou e vê-la de cabelo curto, ter conversado com ela sobre isso só me fez querer doar mais ainda e assim aconteceu, me inspirei em Raquel e tomei a coragem que me faltava e comecei a deixar meu cabelo crescer com um único objetivo: Doar meu cabelo!

O que é necessário?

O que é necessário para doação depende muito de instituição para instituição, mas a maioria segue os seguintes pontos:

  • Ter cabelo natural — Até hoje não vi nenhuma instituição que aceite algum cabelo com química, porém, acho que existe alguma que aceite, então vale a pena procurar (lembrando que não tenho 100% de certeza que exista alguma que realmente aceite);
  • Ter 20 cm de cabelo — O tamanho do cabelo não é algo que podemos colocar como sendo 20 cm para todas instituições, porque não é. Existem instituições que aceitam doações de cabelo que tenham 10 cm ou 15 cm, por exemplo, mas, aqui onde moro, as instituições só aceitavam a partir de 20 cm. Quem tem cabelo ondulado, como o meu, ou cacheado, deverá fazer a medição “esticando” o fio do cabelo (pelo menos foi assim que fizeram no meu). Outra coisa muito importante, caso seu cabelo também tenha algum tipo de camada, ele deve ser medido até a menor camada, ou seja, na medição irá só considerar a menor camada, então ela que deve ter 20 cm. Se não me engano, quando eles pegam cabelos assim, eles igualam o tamanho, por isso não adianta ter 20 cm na maior camada e só 15 na menor.
  • O cabelo deve ser cortado seco — Isso mesmo, nada de lavar o cabelo antes, com o cabelo molhado você tem uma noção “errada” do comprimento, principalmente se seu cabelo é cacheado ou ondulado, eles irão ver o verdadeiro tamanho do cabelo com ele seco. Outra informação muito útil é: Se o cabelo tocar no chão, não serve. Então muito cuidado.

Fácil, né? São pequenos detalhes, mas que são bem simples de seguir.

A doação:

Então, chegou o grande dia, depois de um ano sem cortar o cabelo estava pronta para doar rsrs.

Antes de fazer a doação, pesquisei muito os locais que aceitavam doações para saber o que era necessário para doar para determinado local (como disse no tópico anterior, cada um segue “regras” diferentes), mas desde o começo que coloquei a ideia na cabeça que deixaria meu cabelo crescer para doar, que queria doar para uma instituição de crianças com câncer que tem aqui. E foi isso que fiz. Doei para o GACC/SE (Grupo de Apoio à Criança com Câncer de Sergipe), caso queira conhecer um pouco mais clique aqui.

Para fazer a doação para o GACC foi seguindo exatamente tudo que tinha dito anteriormente, antes de ir liguei para a instituição e perguntei se eles faziam o corte (tirar a parte que iria doar), porque fiquei com receio de ir em algum salão, tirar o comprimento do cabelo e acabar não servindo (não que isso fosse acontecer, era só um “medinho” que tive de acabar fazendo algo errado, mesmo sendo bem simples rsrs). Então eles me informaram que em frente a instituição deles havia um salão que fazia o corte, eles tiravam o comprimento e deixava em um corte reto de graça, para ajudar ao GACC também.

Assim, dia 09 de dezembro de 2016, fui lá nesse salão e cortei 25 centímetros de cabelo e doei pro GACC/SE.

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O tamanho que estava antes de cortar (foto tirada em: Outubro/2016).
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O tamanho que doei (foto tirada em: 09/12/2016).
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Com o corte reto (foto tirada em: 09/12/2016).

Fiquei “eufórica” de tanta felicidade, quase não conseguia dizer meu nome a mulher que me atendeu lá no GACC quando fui levar o cabelo, já estava muito feliz por ter completado minha meta, minha missão rsrs.

É uma sensação incrível, você se sente muito feliz porque sabe que vai fazer alguém muito feliz também. Tudo que ficava pensando sobre se o cabelo ia ficar bom ou não curto, não importava mais porque estava tão feliz por poder fazer alguém feliz, por fazer uma doação, por saber que meu cabelo iria servir para o bem de alguém. Ver que aquela quantidade de cabelo que já não estava me servindo mais, iria servir e ser à alegria de alguém, é algo que te deixa “leve”. É indescritível. Sério.

Até hoje, uma semana depois, ainda sinto essa mesma emoção. E sei que valeu a pena ter esperado um ano, que valeu a pena o calor que passei (e como passei calor), que valeu a pena cada centímetro cortado porque sei que esse cabelo vai fazer alguém feliz e só de saber isso, me sinto realizada e, claro, muito feliz.

Meu corte *-*

A história/trajetória da doação acabou no tópico anterior rsrs, mas não ia deixar o meu cabelo em um corte reto, até porque não me agrada muito e, pelo menos em mim, deixa o cabelo mais volumoso que o normal.

Antes de fazer o corte da doação, fiz muita pesquisa, muita mesma, e qual garota não faz? rsrs. Desde: “Qual melhor corte para cabelos ondulados?” até “Qual o melhor corte para o meu formato de rosto?” Nossa, foram muitas páginas lidas, muitas imagens salvas, se brincar tinha uma pasta no meu celular com mais de 100 fotos.

Para mim, qualquer corte serviria, contanto que atendesse o que eu queria: Tirar o volume, porque meu cabelo curto fica um volumo exagerado, queria que ficasse algo mais natural e controlável, e que eu conseguisse usar o corte sem precisar virar escrava de secador ou babyliss, porque se existe algo que não é pra mim é isso: Secador e babyliss, sou uma pessoa que não tem paciência nenhuma de ficar alisando meu cabelo todos os dias (não que eu abomine fazer escova no cabelo, dependendo da ocasião, eu faço, mas não gosto de ter que fazer isso praticamente todos os dias, sem falar que isso também estraga o cabelo). Então, o corte teria que me deixar com pouco volume, ou com um volume controlado, e que esse corte me permitisse deixar ele secar naturalmente, sem ser escrava de secador.

Assim, dentre tantas pesquisas, tantas páginas lidas, descobri que o corte long bob é muito bom para qualquer tipo de cabelo, principalmente para quem tem cabelo ondulado e quer controlar mais o volume (para ler sobre isso, clique aqui). Mas o que tinha que prestar atenção é que o corte long bob também pode ser feito com um corte reto e isso acaba dando volume e não tirando, então imaginei em fazer uma junção do long bob com desfiado. E fui com essa ideia para o salão. Levei essas duas imagens para me inspirar e mostrar ao cabeleireiro (e realmente foram essas que me inspirei):

Esse corte achei no Instagram @cabeloscurtosdivos, e foi um dos que mais amei e me inspirei para a ideia do corte, porque ele era long bob e desfiado, aparentemente.
Esse corte achei no Instagram @cabeloscurtosdivos, e foi um dos que mais amei e me inspirei para a ideia do meu corte, porque ele era long bob e desfiado, aparentemente.
Achei essa no Pinterest, ele foi mais para o meu cabeleireiro ter uma segunda ideia de como seria o corte que queria, porque meu favorito mesmo foi o anterior.
Achei essa no Pinterest, ele foi mais para o meu cabeleireiro ter uma segunda ideia de como seria o corte que eu queria, porque meu favorito mesmo foi o anterior.

Chegando lá conversei com o cabeleireiro sobre a minha ideia e perguntei se ficaria bom no meu cabelo e formato de rosto, e ele disse que sim, que na verdade era um corte perfeito para o meu tipo de cabelo. Então, esse foi o resultado:

Esse foi o resultado *-* (Foto tirada em: 09/12/2016).
Esse foi o resultado *-* (Foto tirada em: 09/12/2016).
(Foto tirada em: 10/12/2016)
(Foto tirada em: 10/12/2016)
(Foto tirada em: 10/12/2016)
(Foto tirada em: 10/12/2016)

Vale lembrar que nem todo corte combina com seu tipo de rosto e/ou cabelo, por exemplo, assim que meu cabeleireiro me viu, disse que precisávamos de um corte que tirasse mais o volume e deixasse minhas “ondinhas” mais livres, e, sobre o meu tipo de rosto, ele disse que o formato “exige” um pouco de “volume” perto do meu queixo (algo que ficasse perto do queixo) porque ele é muito fino e isso acaba “disfarçando” mais.

Por esse mesmo motivo que acho que um cabelo mais curto que o que cortei, sei lá, que fique um pouco abaixo da orelha, por exemplo, não vá ficar muito bom em mim porque meu queixo vai ficar muito em evidência. É o que EU acho, não é uma verdade que vá valer para todas meninas com rosto parecido com o meu, isso é pra mim e o que o meu cabeleireiro disse sobre o meu formato de rosto, sobre como o corte fica em mim.

Então, não pegue um corte que esteja na moda e queira só porque está na moda, procure saber se o corte é bom para o seu tipo de cabelo e rosto, converse com seu cabeleireiro, ele irá saber te orientar no melhor corte para você.

Além disso, é MUITO importante que todas fiquem cientes que algumas dessas fotos que encontramos no google ou no pinterest, as meninas estão com o cabelo escovado então não espere que seu cabelo vá ficar 100% igual e mesmo que não estejam escovados ou com alguma outra coisa, não espere que seu corte vai ficar 100% igual.

Cada cabelo vai reagir de uma forma diferente ao corte. Uma boa ideia disso foram os cortes que me inspirei, eu sabia que não ia ficar igual, só peguei as imagens para me inspirar e ter alguma imagem para mostrar para o meu cabeleireiro o tipo de corte que eu queria (long bob e desfiado) e foi pra isso que as fotos serviram, para orientar, inspirar. Porque eu tinha noção, e por conhecer muito bem meu cabelo, que não iria ficar igual.

Então não fique triste porque seu cabelo não ficou igual ao da foto, é super normal não ficar e têm vários fatores que colaboram pra isso: Tipo de cabelo, se está escovado ou não, o jeito que você finaliza o cabelo, … Enfim, muita coisa. rsrs

Por fim, todas combinam com cabelo curto, TODAS, qualquer tipo de cabelo pode ter cabelo curto. E estou me surpreendendo com o meu, porque achava que não ia ficar bom, sendo bem sincera, achava que ia ficar uma m***a rsrs (desculpa a palavra, mas é a verdade rsrs). Até ficava implicando com uma amiga quando ela dizia que ia ficar bom e eu dizendo que não rsrs (sou cabeça dura rsrs), mas quem diria, ela estava mais que certa (deveria ter escutado ela desde o começo rsrs).

O que você precisa é só: Achar um bom profissional e um bom corte pra você. E isso não é difícil, eu achava que era, mas não é rsrs. Peça indicações de amigas, veja pessoas que tem um cabelo parecido com o seu e pergunte onde elas cortam o cabelo (foi assim que fiz); pesquisem o corte no google (tio google é o melhor aliado para escolher o corte), mas tenha cuidado com a pesquisa, não confie 100% na primeira página que achar, porque cada corte tem opiniões diferentes sobre ele e deixa as coisas bem divididas, e, mesmo achando que o corte seja perfeito pra você, pergunte ao seu profissional de confiança, pergunte se realmente é a melhor escolha e se ele disser não, confie no que ele achar melhor pra você (eu estava pronta para qualquer coisa que meu cabeleireiro dissesse, se ele dissesse que esse corte era uma péssima escolha, deixaria ele escolher a melhor).

Considerações finais:

Estou muito feliz por ter doado meu cabelo. Doem o cabelo, façam como eu, vocês não irão se arrepender. Façam alguém feliz nesse fim de ano. Não me importava o resultado (estava pronta pra usar boné o ano todo até o cabelo crescer de novo rsrs, mas estou amando este corte), eu só queria saber que iria fazer alguém feliz e sei que farei.

Então é isso, caso queiram que eu fale mais alguma coisa sobre meu corte e como estou tendo que “cuidar” dele agora é só avisar nos comentários. Acabo por aqui, porque essa postagem já ficou grande demais rsrs

Grandes beijos e abraços…

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Experiência #8: Piercing!

Iaê, gente!! Boooa noite, tudo bem com vocês?

Hoje estou muito feliz em poder compartilhar mais uma experiência com vocês, por vários motivos essa foi uma experiência bem legal porque: 1) Sempre achei lindo um piercing na cartilagem; 2) Sempre quis; 3) Finalmente tive coragem de fazer. Então hoje estou aqui para contar a vocês como foi desde o dia que tive a ideia até o dia que finalmente criei coragem de ir colocar, e claro vou explicar como foram meus cuidados e os problemas que enfrentei. Estão prontos?

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A ideia *-*

Eu sempre achei lindo e sempre quis, ok, não foi sempre. Mas desde que fiz o segundo furo na orelha (não lembro exatamente quando fiz, mas acho que foi aproximadamente em 2010) que tenho essa vontade, porém tinha muito medo porque se meu segundo furo já tinha me dado problema para cicatrizar imagine um na cartilagem. Por várias e várias vezes desisti dessa ideia por ficar pensando: “Não vai prestar, melhor ficar quieta e esquecer disso antes que eu tenha algum problema maior”. Então realmente desisti da ideia e preferi não correr o risco.

Só que no ano passado conheci uma amiga da minha irmã que tinha o piercing dos meus sonhos, pronto, ficava babando por ele — ela nunca soube disso, rsrs — e a vontade de fazer reapareceu. Para piorar essa vontade, ela ficava me chamando para acompanhá-la para que ela fizesse outro piercing (a lógica era: Nós iríamos fazer juntas, rsrs). Mas antes de ir, como sempre, comecei a fazer várias pesquisas para saber (ou melhor, reforçar o que eu já sabia) o que poderia acontecer. E isso só piorou o meu medo…

Os riscos

Muitas pessoas não sabem o risco que uma brincadeirinha dessa pode causar ou se sabem, simplesmente ignoram. Eu não ignorei, na verdade levei essa história tão a sério que levei quase 6 meses para criar coragem de colocá-lo. E não me arrependo de ter pensado bem antes de fazer.

Ok, de fato a orelha não é um lugar muito perigoso para colocar um brinco no lóbulo da orelha (a parte mais mole), mas na parte mais dura, ou seja, na cartilagem, tem que ter um cuidado maior pois pode causar necrose — morte do tecido (não procurem no google as imagens de necrose, sério, não façam isso). Além disso, a orelha (assim como outras partes do corpo) são sujeitas a queloides que é quando há um crescimento em excesso do tecido de cicatrização, em outras palavras é uma cicatriz mais alta que o normal e que tem um formato irregular, cor avermelhada/rosada/escura. Elas não são contagiosas ou qualquer coisa do tipo, na verdade ela está mais para um problema estético do que um problema mais grave. Podem aparecer após uma cirurgia, ferida, queimadura, tatuagens ou piercings. Ainda não entendeu o que é? Eu mostro, não queria, mas tenho, porque é importante que vocês saibam. Só que, de preferência, não procure imagens delas no google (vá por mim, são horríveis também). E acreditem, essa é uma queloide que eu considero “média”.

Uma queloide não te causará mal algum, mas ficará lá para sempre, pois esse é outro problema, caso uma delas apareça. Muitos dizem que queloide não tem cura, mas existem tratamentos com remédios e mesmo assim não garante 100% de resultado ou ainda pode ser feito a cirurgia de retirada da queloide que vem acompanhada com tratamentos complementares. Juntando essas duas formas de tratamento, as chances de cura aumentam assim como a chance dela retornar diminui.

Óbvio que ficava com medo de ter queloide (ninguém quer ter um negócio desse na orelha ou seja lá onde for), mas em uma das várias pesquisas que fiz — não achei o link da matéira, achei que quem nunca teve uma queloide na vida, as chances diminuem (ou seja, se você já tem/teve uma, tenha muito cuidado ao colocar um piercing). E isso me reanimou a colocar.

Inspiração ♥

Depois de, finalmente, ter “superado” o fato de que eu podia ter queloide. Comecei a procurar algumas inspirações, para ajudar a me empolgar com o piercing, e uma das pessoas que foi “wow” para mim (pois nunca imaginei que ela tinha um desse) foi a: Melina Souza, blog Serendipity (além da amiga da minha irmã, claro). Vocês sabiam que ela tinha? Eu não sabia, acho que quem acompanha ela desde o começo deve saber, mas eu só fui descobrir quando vi esse vídeo dela:

E vi que uma das minhas inspirações para o blog usava, eu nem sei o que fiquei pensando quando descobri isso rsrs… Mas. Ela. Tem. E é tão lindo:

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Mas a minha vontade só aumentou quando vi o de Emily Bett Rickards (ou Felicity Smoak), estou muito (muito mesmo) viciada em Arrow. E Felicity trabalha em algo da minha área, achei ela incrível, então ela foi mais uma inspiração pra mim (na verdade a inspiração principal):

Arrow -- "Seeing Red" -- Image AR220b _0059b -- Pictured: Emily Bett Rickards as Felicity Smoak -- Photo: Cate Cameron/The CW -- © 2014 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Arrow — “Seeing Red” — Image AR220b _0059b — Pictured: Emily Bett Rickards as Felicity Smoak — Photo: Cate Cameron/The CW — © 2014 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

É bem visível que o da Emily é um transversal, mas eu não estava com coragem para um transversal (por enquanto). Então, depois de 6 meses, depois de ver Felicity com um: FUI COLOCAR O MEU!

Piercing

Quando, finalmente, tomei vergonha na cara e decidi que iria colocar, quis ir com alguém (pra não acabar desistindo rsrs) então chamei minha amiga, Luane (blog Manias de uma Garota Singular), pra ir comigo e ela topou na mesma hora. Então no dia 13 de agosto, uma quinta-feira, aproximadamente 10:00 da manhã (sim, lembro de quase tudo rsrs), fui fazer meu primeiro piercing. Assumo que estava muito nervosa/ansiosa, pra não dizer morrendo de medo. Eu estava tão nervosa que não parava de falar um segundo sequer (podem perguntar a Lu rsrs). Eu ficava pensando: “Vá lá, faça e, caso se arrependa, depois de 1 ano você tira. Não é algo tão permanente como a tatuagem”, por que depois de 1 ano? Pra fazer valer o valor que paguei por ele, rsrs. Enfim, fui e ficou lindo.

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Fiz o piercing no estúdio “Inked Nation – Tattoo & Piercing” (se você mora em Aracaju e quer o contato dele, é só me mandar um e-mail perguntando), ele custou 50 reais com um brinco de aço cirúrgico, mas tinha também de titânio. Vale ressaltar que é MUITO IMPORTANTE que vocês só façam se for com aço cirúrgico ou titânio, pois com algum tipo de bijuteria pode acabar infeccionando o local e dando os riscos citados acima. E nem preciso dizer que tem que ser em um local limpo, né? Onde coloquei o meu, eles eram/são profissionais. Eu o vi pegando um brinco novo, esterelizando o brinco, ele estava com luva, foi com uma agulha nova, enfim, era tudo muito limpo e sabia que se algo desse errado, não seria porque coloquei de qualquer jeito. Tomei o maior cuidado com isso.

Muitos devem estar se perguntando: Doeu? Então, dor é algo muito relativo, muito mesmo. E eu me considero uma pessoa que suporta com mais facilidade algumas dores (menos cólica, porque cólica não é legal rsrs). Logo, pra mim, não doeu nada, na verdade comparado com o meu segundo furo no lóbulo foi como se ele nunca existisse. Não estou dizendo que você não vai sentir quando o brinco for colocado (caso ficou curioso(a) em saber como é colocado um, têm vídeos no youtube eu assisti vários rsrs), só não irá sentir tanta dor. Ok, vamos considerar uma dor suportável (bem que gostaria de não chamar o que senti de dor, mas nem sei como poderia falar que sensação é).

E assim, realizei mais um sonho, mas nem tudo são flores…

Cuidados

Eu sei que o post já tá muito longo, mas calma, estamos chegando ao fim rsrs.

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Quais são os cuidados que você deve ter? Esses foram os conselhos que o cara passou pra mim: Não tope, de jeito nenhum, por hipótese alguma. Pois sua mão tem muita bactéria e isso não é bom, e você pode acabar machucando sem querer. Cuidado com quem chega perto de você, eles podem querer topar quando for ver (tem gente que parece criança, tudo que vê quer topar ¬¬’), aí tem o mesmo problema caso fosse você topando (bactérias e machucar). Não passe remédio algum, mas calma, remédios para cicatrização (aqueles iodos, ou sei lá como é o nome deles, mas aqueles que vocês colocavam em feridas quando criança rsrs). Cuidado para não dormir no lado do piercing (foi difícil, mas consegui não dormir do lado dele durante muito tempo, usei algumas técnicas rsrs), cuidado na hora de pentear o cabelo (para não acabar puxando o brinco com o pente), não coma nenhuma comida pesada, tipo: camarão, carne de porco, peixe, … E, por fim, o principal cuidado: LAVE NO MÍNIMO UMAS 3 VEZES AO DIA COM SABONETE ANTIBACTERIANO, de preferência líquido (vá por mim, comprem líquido que a aplicação fica mais fácil, eu usei o Protex de proteção 12 horas). Pronto, esses foram os cuidados que o cara passou. Sigam esses conselhos, eles foram passados por um profissional.

Mas, vão aí as minhas dicas: Quando for lavar, lavem bem as mãos antes de lavar a orelha; No primeiro dia vai ser quase impossível de topar no brinco (não dói, mas incomoda quando topa), então derrame sabonete líquido por cima que tudo será resolvido; Depois de ensaboar bem a orelha, deixe ele agir por um tempo (não é necessário horas, eu, por exemplo, só contava até 60. Não sei se isso é necessário, mas preferi fazer); Por fim, a pior parte, GIRE O BRINCO!!!! Isso é muito importante, porque ele vai “grudar” com o tempo (por causa da lenta cicatrização), por isso você precisa girar. Nos primeiros dias vocês não irão conseguir fazer isso, então eu fazia assim: Pegava água gelada (beeeem gelada) e derramava na orelha, dava uma sensação de “anestesiado”, e depois colocava a orelha debaixo da torneira e EM ÁGUA CORRENTE girava o brinco. EM HIPÓTESE ALGUMA faça isso com a orelha seca, ELE NÃO VAI GIRAR E VOCÊ VAI MAGOAR A ORELHA. Com o tempo nem será mais necessário a água gelada, só com a água corrente vocês já conseguirão fazer isso. Pronto, essas são as MINHAS dicas, isso funcionou comigo. Mas cada caso é um caso, não é porque isso deu certo pra mim que irá dar certo com você (infelizmente é a verdade).

Problemas Enfretados

Mas como tinha dito, nem tudo são flores e enfrentei problemas. Sim, mesmo seguindo todos esses cuidados, enfrentei um problema na segunda semana (quase terceira): Minha orelha inchou muito, mas assim, muito mesmo. Minha mãe dizia que parecia orelha de lutador (e pensando bem, concordo com ela rsrs). O que causou isso? Sinceramente não sei, fiz somente a suposição de ter sido alguma comida. Qual? Linguiça. Perto do dia que acordei com a orelha inchada, comi feijão tropeiro e ele vem com linguiça porém eu nem tinha lembrado que não podia comê-la. É a única lógica para minha orelha ter inchado de tal forma, vejam:

  • ANTES:
A foto do lado esquerdo foi tirada no primeiro dia. A do lado direito no segundo dia.
A foto do lado esquerdo foi tirada no primeiro dia. A do lado direito no segundo dia.
  • DEPOIS:
A foto do lado esquerdo foi no segundo dia dela inchada. E a do lado direito foi no terceiro dia (já estava melhorando, aos poucos).
A foto do lado esquerdo foi no segundo dia dela inchada (ela está “brilhando” porque tinha acabado de lavá-la). E a do lado direito foi no terceiro dia (já estava melhorando, aos poucos).

Me desesperei, claro, vi meu sonho do piercing indo por água abaixo e não sabia o que fazer. Já estava passando pela minha cabeça a hipótese de tirar o brinco (claro, que fiquei muito triste com essa hipótese), pensei até que era o começo de queloide. Mesmo assim não passei nada na orelha no primeiro dia, só tomei um remédio para ver se desinchava e para que parasse de doer (pela primeira vez, desde o dia que tinha furado, a orelha ficou doendo, mas só depois de ter lavado porque tive que girar o brinco e ela ficou latejando muito e não parava). No segundo dia, quando minha mãe me viu daquele jeito, disse para que eu olhasse alguma solução na internet (até ela dizer não tinha pensado nisso, rsrs). E foi aí que encontrei no blog da Nayara Rattacasso uma postagem e um vídeo que me salvaram. Vejam o vídeo (tem um pequeno resumo dele nessa postagem):

Lá ela explicava direitinho que o inchaço, vermelhidão, era algo normal no começo (que se preocupe se isso acontecer logo depois dele estar cicatrizado), aconselhou o que poderíamos fazer e deu o nome da pomada milagrosa dela: DIPROGENTA. Claro que me animei com a possibilidade de usar uma pomada que resolvesse logo o problema, mesmo sabendo que o cara do estúdio tinha dito pra não colocar nada. Mas eu esteva desesperada, iria viajar em poucos dias e se minha orelha continuasse daquele jeito, teria que cancelar tudo. Aí veio a má notícia: Ela só era vendida com receita médica. E lá vou eu ficar na foça de novo por causa de um brinco rsrs.

Até que vi uma luz no fim do túnel, ou melhor, um genérico no fim do túnel rsrs. Aqui em casa tem a seguinte pomada:

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Minha mãe já havia usado ela em outras ocasiões e tinha dito que era muito boa, mas eu não queria passar qualquer uma. Então procurei nos comentários do vídeo da Nay, qual seria o genérico da Diprogenta, e adivinhem… A pomada que eu tinha: SERVIA!!!! Pulei de alegria e na mesma hora coloquei, no dia seguinte já fui percebendo o resultado dela. Em dois dias, mais ou menos, minha orelha já estava normal de novo.

E hoje, quase dois meses depois de ter colocado, não sinto mais nada. Não penso em tirar de jeito nenhum porque eu nunca imaginei que um simples brinco iria me fazer tão bem. É como se ele sempre existisse, agora acho estranho pensar em tirar e ficar sem. Já pensei até em colocar um transversal (mas aí são mais pesquisas e mais umas doses de coragem, rsrs). Antes de encerrar essa loooooonga postagem, uma dica final, não tirem seu piercing no primeiro dia, ou semana, ou mês, espere até que ele cicatrize bem para que você possa fazer isso. Até hoje não tirei o meu e não tirarei tão cedo, um piercing desse tipo leva no mínimo 6 meses para cicatrizar totalmente, então terei paciência (tenham também).

  • ATUALMENTE:
Foto tirada depois de 1 mês e 17 dias de colocado.
Foto tirada depois de 1 mês e 17 dias de ter colocado o piercing.

Então é isso, espero que vocês tenham gostado de saber como foi essa experiência, que tenham gostado das dicas (principalmente da pomada rsrs). E não deixem de acessar: “Onde é perigoso e onde é seguro colocar um piercing?” —  Mundo Estranho; “Queloide” — Minha Vida; “Queloide” — Tua Saúde; e “Cuidados: Piercing na orelha cartilhagem” — Nayara Rattacasso. Me desculpem a postagem muito longa, qualquer dúvida mandem e-mail ou deixem um comentário, até a próxima…

Grandes beijos e abraços…

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Resumão: Fevereiro/2015

Oi gente linda, tudo bem? Vamos lá para a segunda postagem das minhas férias (não canso de dizer que estou de férias rsrs)…

Mas, antes do resumo do mês passado, quero agradecer a todos vocês por não ter me abandonado mesmo não tendo tantas postagens no mês passado. Apesar do meu sumiço, explicado várias e várias vezes, conseguimos bater nosso recorde de novo. Algo que não acreditava que iria conseguir já tinha aceitado isso, pois não estava postando nada, como iria conseguir visualizações? Engano meu. Mesmo não colocando nada aqui, conseguimos atingir  468 visualizações em fevereiro (11 a mais que janeiro). Então, MUITO OBRIGADA por não me abandonarem! Como disse no resumão de Janeiro, vocês me motivam a continuar. E mais uma vez a postagem mais visitada foi: “Experiência #4: Happy Holi – O Festival das Cores“, com 103 visualizações. E vamos lá #rumoas500.

Com vocês, o resumão:

05 de Fevereiro de 2015: Resumão: Janeiro/2015 → Nesta postagem vocês encontram tudo aquilo que foi publicado no mês de janeiro;

12 de Fevereiro de 2015: Tempo, tempo, tempo, tempo… → Aqui eu falei um pouco sobre como estava meu tempo e o motivo do sumiço. Ao mesmo tempo falei sobre as futuras mudanças do blog;

14 de Fevereiro de 2015: Experiência #7: Criar um Blog (parte 2)! → As duas últimas dicas, conselhos, para quem pensa em criar um blog (a primeira parte foi publicada em janeiro, se quiser ver é só visitar essa postagem e irá encontrar o “link” para a primeira parte);

21 de Fevereiro de 2015: Por que você demora a chegar, férias? → Mais um aviso explicando meu sumiço (foi o que mais teve mês passado :/ );

28 de Fevereiro de 2015: OMG! FÉRIAAAAS!!!! → Nesta postagem eu fiz uma lista do que pretendo fazer nas minhas férias. Posso mudar ela depois (para acrescentar algo que esqueci), desde que publiquei acrescentei mais dois itens (acho que não vai ter mais nenhum);

Então esse foi o nosso mês passou. Obrigada por ele…

Grandes abraços e beijos…

Experiência #7: Criar um Blog (parte 2)!

Oi minha gente linda, “oie” eu aqui de novo!! XD

Hoje estou aqui para trazer para vocês a segunda parte da experiência de criar um blog. Se você ainda não leu a primeira parte clique aqui para ler, se já leu continue com a segunda parte. ^^

Então o que vocês irão encontrar aqui são as dicas 4 (Divulgue), 5 (Paciência) e uma colher de chá para vocês (umas dicas extras). Não lembro se coloquei na primeira parte, mas caso não tenha colocado um aviso: Tudo aqui é, SOMENTE, minha opinião para (quem sabe?) melhorar a vida de quem está planejando criar um blog. Então vamos lá?

Dica #4: Divulgue

Seu blog é desconhecido para todos (menos pra você rsrs) e precisa de pessoas para dar aquele “pontapé” inicial. E quem serão essas pessoas? Sua família e amigos (principalmente), seu(sua) namorado(a), os amigos do seu(sua) namorado(a), os amigos da família, enfim, todos que você conhece. “Mas como faço isso?” Qual o lugar onde você consegue chamar a atenção de muita gente? FACEBOOK, claro!

Nada melhor que escrever um pequeno texto de apresentação do seu blog com alguma imagem que você escolheu como “ícone” (ou alguma imagem para uma simples apresentação do seu blog) e marcando todos que você conhece e que você sabe que irá curtir e compartilhar as coisas que você vai escrever (aff quantos “você” rsrs).

“Divulgo assim que criar?” Acho que não seria legal porque você ainda não teria conteúdo suficiente para chamar a atenção dos seus futuros leitores. “Mas e se eu não quiser divulgar?” Então lhe dou uma boa e uma má notícia: A boa é que não tem tanto problema não divulgar. OK, estou sendo contraditória, mas eu digo isso porque eu nunca divulguei meu blog (quem divulgou foi meu pai e uma amiga, meu pai só foi saber da existência do “Louca por Viver” quase 3 meses depois para vocês terem noção). O máximo que fiz foi avisar alguém que criei o blog, mas nunca passava o link (sempre esquecia). Alguns de vocês podem dizer que isso é divulgar, discordo. Acho que você divulga quando você vai atrás de pessoas para te acompanhar no que faz, marca em postagens no facebook para que os outros curtam a página e tal. Eu nunca fiz isso, mas não acho errado quem faz (só criei a página do LPV muuuito tempo depois).

E a má notícia é: A demora do retorno. “Como assim?” Quando você não divulga o seu blog, poucas pessoas sabem da existência dele, logo você terá poucas visualizações e isso pode acabar te desanimando um pouco (eu chegava a pensar: “Ninguém ler o que escrevo, para quê continuar com isso?”, mas aí lembrava que estava fazendo algo que gostava: dividir as coisas que amo com vocês). Então, vocês que escolhem: Divulgar? Ou não?

E caso vocês estejam com curiosidade: Eu não divulguei porque não queria um público momentâneo (dependendo de quem você marque, a pessoa só irá acessar no dia que você marcou para saber como é. E depois, quase nunca). Eu queria alcançar um público “permanente”. Por este motivo que não divulguei.

Dica #5: Paciência

Acho que o segredo de ter um blog de sucesso (e não estou falando do meu) é ter paciência. Nada vai vir rápido, NADA! Tudo demora (e muito), e pode até ocorrer o que acontece comigo às vezes: Quando deixo de publicar no blog, perco alguns “seguidores” e isso é ruim, porém não posso fazer nada para resolver isso. Tem dias que preciso sumir do blog, é um risco que eu tenho que correr. Então, se você criou um blog, vai criar ou já tem um: Paciência. Um dia você alcança tudo que sempre quis.

Colher de chá:

  • Seja original acima de tudo. Não copie ninguém, a pior coisa é achar um blog igual ao outro.
  • Seja criativa, por mais besta que você acha que a postagem possa ser muitas pessoas podem gostar do que você escreveu (aconteceu isso comigo com: “Experiência #4: Happy Holi – O Festival das Cores” e “Ler no Ônibus!“);
  • Por fim, não use o blog como forma de ser notada na sua turma (“Ah, eu sou dona de uma blog!”). Sinceramente, isso é ridículo. Use o blog para compartilhar algo que você gosta. Se você fizer isso, pode ter certeza que seu blog fará sucesso.

Então é isso, espero que vocês tenham gostado das dicas. Até a próxima…

Grandes beijos e abraços…